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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Literatura transforma jovens de comunidade

Aos sábados, as vielas e becos da favela do Real Parque, na zona sul de São Paulo, se transformam em uma biblioteca a céu aberto. Por cada cantinho, livros e mais livros vão ganhando espaço e despertando a atenção da população. Todos ao redor estão interessados na contação de história.

"O que fazemos é promover a leitura em situação de crise", explica Márcia Lica. Ela é uma das sete fiandeiras, como são chamadas essas contadoras de história que atuam também com os moradores da favela Panorama, na mesma região da cidade.

Mais do que apenas uma experiência lúdica ou exercício literário, o trabalho das fiandeiras é feito a partir da convicção de que a literatura é capaz de ajudar as pessoas a se apropriarem de sua própria trajetória - até mesmo em situações e momentos de crise.

E, no entendimento delas, as situações de crise não acontecem só em momentos de risco social, como nas regiões onde a população enfrenta conflitos armados ou pobreza extrema.

Ler um conto de fadas ao lado do leito de uma criança com câncer ou organizar sessões de contação de histórias em uma comunidade rural que perdeu suas tradições também é atuar em situação de crise.


Comtinua lenda essa matéria no Estadão

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Bicicloteca: bike itinerante doa livros a moradores de rua

Está na Constituição brasileira: todo cidadão tem direito à cultura e educação e, para ajudar a cumprir essa Lei, o IMV – Instituto Mobilidade Verde criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.

Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.

O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira, 25 de julho – não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego.

Até o final do ano, o Instituto ainda pretende entregar outras nove Biciclotecas, em diferentes cidades brasileiras, para ONGs comprometidas com projetos que visam levar cultura à comunidade, que receberão todo o auxílio do IMV para implantar a iniciativa. As organizações dispostas a receber uma bike itinerante podem enviar ao IMV, por e-mail, um pedido formal, que será avaliado pelo Instituto.

Quem tiver livros em casa também pode participar do projeto, doando as obras – pessoalmente ou pelo correio – para a Biblioteca Municipal Mário de Andrade (Rua da Consolação, nº 94, República – São Paulo/SP), que encaminhará os livros para as Biciclotecas do IMV.

Matéria publicada no Planeta Sustentável

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Eles não querem só dinheiro


Uma pesquisa mostra que, para os jovens de 18 a 24 anos, satisfação pessoal e relevância social já são aspectos mais importantes no trabalho do que altos salários

Os três jovens paulistas da foto ao lado compartilham o mesmo sonho. Patrick de Queiroz Bertoldo tem 20 anos, estuda comércio exterior no Senac, em São Paulo, e faz estágio na IBM. Bruno Barbosa de Araujo, de 23 anos, é presidente da fabricante de instrumentos musicais Echo Music. Aos 22, Thiago Vinícius da Silva é fundador e analista de crédito do Banco Comunitário União Sampaio, no Jardim Maria Sampaio, na extrema zona sul da capital. São histórias de vida diferentes, mas os três dizem desejar, por meio do trabalho, fazer do Brasil um país melhor. Jovens costumam ser sonhadores, às vezes utópicos, e coletivistas - um comportamento que tende a mudar tão logo as responsabilidades da maturidade e do mercado de trabalho se impõem. Mas, ao que tudo indica, a nova geração que começa agora a entrar nas empresas tem algo diferente.

Um estudo feito pela agência de pesquisas Box1824 e pelo Datafolha revela que Patricks, Brunos e Thiagos podem ser encontrados em todos os cantos do país. Depois de entrevistar mais de 3 000 pessoas de 18 a 24 anos em bares, parques e universidades, os pesquisadores descobriram que 90% dos jovens brasileiros querem um trabalho que contribua com a sociedade. Além disso, apenas quatro em cada dez entrevistados apontam o salário como fator principal na hora de escolher um emprego. Ascender rapidamente e ganhar muito dinheiro já não é prioridade para uma enorme fatia da chamada geração Y, formada pelos nascidos a partir da década de 80. "A pesquisa reflete um momento de otimismo inédito no país", diz Carla Mayumi, sócia da Box1824. "Os jovens querem fazer sua parte para melhorar a sociedade e já não têm tanta pressa em ficar ricos, como era a regra há pouco tempo."

Para essa garotada, o tamanho ou a história das organizações não faz diferença na hora de escolher um trabalho. "Essa é a primeira geração que prefere avaliar os valores das companhias", afirmam as psicólogas americanas April Perrymore e Nicole Lipkin, no livro A Geração Y no Trabalho. "Eles já agem assim na hora de escolher produtos num supermercado. Imagine para decidir onde querem trabalhar!" Para a maioria das empresas, essa visão "paz e amor" é um tremendo desafio, já que instrumentos de atração e manutenção de talentos utilizados até agora têm pouco - ou nenhum - efeito sobre os jovens. "As empresas que não conseguirem mostrar sua contribuição à sociedade terão muita dificuldade para atrair gente boa", afirma Paulo Mendes, sócio da empresa de recrutamento 2Get.

Leia a matéria na íntegra no Planeta Sustentável

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Jovens de 16 e 17 anos agora podem doar sangue

Jovens entre 16 e 17 anos poderão doar sangue com a autorização dos responsáveis, de acordo com portaria publicada nesta terça-feira, 14, no Diário Oficial da União. Pessoas com até 68 anos também poderão doar sangue.

Com a portaria foi lançado o novo regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos, com os novos critérios para doação de sangue no Brasil. Até então só podiam doar sangue pessoas entre 18 e 65 anos. Com a ampliação da faixa de idade, 14 milhões serão incentivados a doar sangue.

De acordo com a Portaria 1.353, a orientação sexual não deve servir como critério para a seleção dos doadores. Portanto, na triagem não poderá haver preconceito nem discriminação de gênero, raça ou de que qualquer outro tipo. Novas medidas de humanização dos serviços de hemoterapia também foram estabelecidas, com a capacitação dos profissionais da Hemorrede.

No Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado hoje, o Ministério da Saúde lança a campanha "Essa corrente precisa de você. Doe Sangue". O objetivo da campanha é chegar a 4 milhões de voluntários, ou 2,1% da população. Hoje esse número chega a 1,9% da população.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Índio brasileiro usa a internet para defender o meio ambiente

Almir Surui, Labiway Esaga – o líder maior do povo Surui, foi selecionado pela Revista Fast Company para figurar a lista das 100 pessoas mais criativas no mundo dos negócios no ano de 2010. Além disso, ele foi o brasileiro que recebeu a melhor colocação, ficando na 53ª posição.

O índio conquistou essa colocação, após ter ido no escritório do Google nos Estados Unidos dizendo saber uma nnova maneira de usar a internet para preservar a mata onde vive a tribo.

Escute a história na CNN

Conhaça a revista FastCompany

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Metodista é convidada a participar do Projeto Rondon Resíduos

A Faculdade de Saúde da Universidade Metodista de São Paulo foi convidada a compor grupos de alunos para o desenvolvimento de ações do Projeto Rondon Resíduos, desenvolvido pelo Projeto Rondon Minas Gerais. O evento vai acontecer no início de julho, entre os dias 01 e 17, e contará com a participação de seis estudantes do curso de Biologia.

“O objetivo é reduzir consideravelmente os resíduos sólidos em cidades de Minas Gerais, por meio de oficinas de reciclagem, palestras e capacitação. Serão 40 cidades beneficiadas e, ao longo do Projeto, o total será de 200. Os seis alunos serão divididos em duplas e irão compor outros grupos de universitários”, explicou o professor Victor Bigoli.

O projeto será realizado em longo prazo, com o término previsto para 2014. “A participação da Universidade será garantida e poderemos contar com novos alunos a partir dos próximos semestres. Os que já estão, permanecerão até o fim do projeto”, afirmou o docente.

Uma das propostas é trazer o Rondon Resíduos para o estado de São Paulo. Com a participação de Instituições de Ensino Superior como a Metodista e a Faculdade de Medicina do ABC em conjunto com o Projeto Rondon São Paulo, a proposta poderá ser viabilizada para o ano de 2012.

Os integrantes da UMESP participaram de um curso de capacitação, oferecido pela PUC-MG, nos últimos dias 28 e 29 de maio, na cidade de Poços de Caldas.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Metodista e Diário de Grande ABC fazem ações sociais em bairros da região

No dia 30 de abril, as atividades do projeto de ação social do “Diário do Grande ABC nos Bairros”, que conta com a participação da Universidade Metodista de São Paulo, aconteceram em São Bernardo do Campo, no colégio E.E. Profº Walter da Costa Barbosa, localizado no Jardim Atlântico. Confira o vídeo produzido por alunos da Faculdade de Comunicação da Metodista.

O projeto é promovido pelo jornal Diário do Grande ABC em parceria com as prefeituras das sete cidades da região e com patrocínio de instituições privadas, como a Metodista. O objetivo é prestar serviços básicos de assistência e inclusão social à população carente em regiões do ABC por meio de palestras e oficinas organizadas pelas faculdades da Universidade com o apoio de alunos voluntários.

Segundo a coordenadora do setor de eventos institucionais da Metodista, Isildinha Martins, a ação mistura atividades lúdicas com prestação à saúde pública.

Os alunos e funcionários voluntários auxiliam nas oficinas oferecidas e também nas atividades de apoio, como recepção e informações à comunidade. Os interessados em participar deverão preencher o formulário de inscrição.

O próximo evento será dia 14 de maio, na cidade de Ribeirão Pires. disponível no Portal da Metodista. Um ônibus levará as equipes até o local. O ponto de encontro será em frente à Biblioteca Central, no Campus Rudge Ramos, com saídas às 8h. Além de receber uma camiseta do projeto e um lanche, os voluntários obterão um certificado de participação equivalente às horas de monitoria/voluntariado.

DGABC nos BairrosPróxima
etapa: 14/05 – Sábado.
Onde: Ribeirão Pires (com saída da Biblioteca Central às 8h)