terça-feira, 5 de julho de 2011
Shopping Metropole cria projeto de educação
Foi implantado uma ?tele-sala? no auditório da administração do Metrópole, onde serão ministradas as aulas do curso. O método que será utilizado é o Telecurso 2000 da Fundação Roberto Marinho/Fiesp. Todas as aulas serão aplicadas por professores do Sesi de São Bernardo. Haverá também uma supervisão educacional que acompanhará o desenvolvimento do projeto. Com a iniciativa do projeto, o Shopping já constatou o interesse de 30 alunos, para a primeira turma.
Além dessa ação, o Shopping Metrópole tem um papel importante na sociedade, no que diz respeito à responsabilidade social. Entre os projetos criados, estão o Balcão da Cidadania, espaço gratuito, onde instituições beneficentes do ABC demonstram e vendem produtos para arrecadarem fundos para sua própria instituição, e a Central de Cursos, que tem como objetivo oferecer uma opção a mais de entretenimento aos seus clientes, proporcionar uma nova opção de trabalho e ajudar entidades carentes, pois para participar, basta fazer a inscrição na administração do Shopping e levar 1 kg de alimento não perecível. Toda a arrecadação é destinada a uma instituição carente da região.
Matéria publicada no Repórter Diário
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Eles não querem só dinheiro

Uma pesquisa mostra que, para os jovens de 18 a 24 anos, satisfação pessoal e relevância social já são aspectos mais importantes no trabalho do que altos salários
Os três jovens paulistas da foto ao lado compartilham o mesmo sonho. Patrick de Queiroz Bertoldo tem 20 anos, estuda comércio exterior no Senac, em São Paulo, e faz estágio na IBM. Bruno Barbosa de Araujo, de 23 anos, é presidente da fabricante de instrumentos musicais Echo Music. Aos 22, Thiago Vinícius da Silva é fundador e analista de crédito do Banco Comunitário União Sampaio, no Jardim Maria Sampaio, na extrema zona sul da capital. São histórias de vida diferentes, mas os três dizem desejar, por meio do trabalho, fazer do Brasil um país melhor. Jovens costumam ser sonhadores, às vezes utópicos, e coletivistas - um comportamento que tende a mudar tão logo as responsabilidades da maturidade e do mercado de trabalho se impõem. Mas, ao que tudo indica, a nova geração que começa agora a entrar nas empresas tem algo diferente.
Um estudo feito pela agência de pesquisas Box1824 e pelo Datafolha revela que Patricks, Brunos e Thiagos podem ser encontrados em todos os cantos do país. Depois de entrevistar mais de 3 000 pessoas de 18 a 24 anos em bares, parques e universidades, os pesquisadores descobriram que 90% dos jovens brasileiros querem um trabalho que contribua com a sociedade. Além disso, apenas quatro em cada dez entrevistados apontam o salário como fator principal na hora de escolher um emprego. Ascender rapidamente e ganhar muito dinheiro já não é prioridade para uma enorme fatia da chamada geração Y, formada pelos nascidos a partir da década de 80. "A pesquisa reflete um momento de otimismo inédito no país", diz Carla Mayumi, sócia da Box1824. "Os jovens querem fazer sua parte para melhorar a sociedade e já não têm tanta pressa em ficar ricos, como era a regra há pouco tempo."
Para essa garotada, o tamanho ou a história das organizações não faz diferença na hora de escolher um trabalho. "Essa é a primeira geração que prefere avaliar os valores das companhias", afirmam as psicólogas americanas April Perrymore e Nicole Lipkin, no livro A Geração Y no Trabalho. "Eles já agem assim na hora de escolher produtos num supermercado. Imagine para decidir onde querem trabalhar!" Para a maioria das empresas, essa visão "paz e amor" é um tremendo desafio, já que instrumentos de atração e manutenção de talentos utilizados até agora têm pouco - ou nenhum - efeito sobre os jovens. "As empresas que não conseguirem mostrar sua contribuição à sociedade terão muita dificuldade para atrair gente boa", afirma Paulo Mendes, sócio da empresa de recrutamento 2Get.
Leia a matéria na íntegra no Planeta Sustentável
quarta-feira, 29 de junho de 2011
15% dos homens brasileiros admitem já ter agredido uma mulher
“Uma técnica sofisticada foi utilizada pela primeira vez nas pesquisas sobre violência contra mulheres no Brasil, com o objetivo de obter respostas mais fidedignas para um assunto tão complexo. No capítulo relativo à violência vivenciada por homens e mulheres, os entrevistados preencheram o questionário em sigilo e o colocaram em um envelope”, diz especialista em pesquisa de opinião Fátima Pacheco Jordão, conselheira do Instituto Patrícia Galvão. “Dessa forma, evitou-se que o entrevistado se sentisse inibido ou influenciado a dar respostas padrão e aceitas pelo costume”.
Entre as mulheres entrevistadas, 27% disseram já ter sido vítimas de violência doméstica. Os tipos de agressão sofridos por elas seguem o ranking admitido pelos homens agressores, mas em maiores proporções: agressão física (47%) e humilhação (44%) lideram a lista. 15% das vítimas dizem já terem sido forçadas a fazer sexo.Leia a matéria na integra IG
terça-feira, 31 de maio de 2011
Santo André tem 37 pontos com crianças e adolescentes nas ruas
O ABC tem 116 pontos públicos de concentração com crianças e adolescentes em situação de rua. Os dados são do estudo feito pela Fundação Projeto Travessia, que trabalha com menores em situação de risco, com a participação da Universidade Metodista de São Paulo. Entre as sete cidades da região, Santo André lidera o ranking com 37 áreas consideradas críticas, seguida por São Bernardo (27 locais), Diadema (20 locais), São Caetano (19 locais), Mauá (oito locais), Ribeirão Pires (três locais) e Rio Grande da Serra (dois locais).
O coordenador de projetos da Fundação, Marcelo Caran, explicou que as divisas do ABC são quase inexistentes, com isso não dá para dizer que uma cidade tem mais crianças de rua que a outra. “Os transportes intermunicipais favorecem que uma criança se movimente de uma cidade para a outra com facilidade. Uma criança que reside em São Bernardo pode estar nas ruas de Santo André”, exemplificou.
Ainda segundo Caran, os períodos de maior concentração dessas crianças são entre quinta-feira e sábado. “Parte dessas crianças estão livres das atividades escolares nos fins de semana e também é quando há maior concentração de pessoas nas ruas”, afirmou.
Os endereços dessas áreas de concentração não foram divulgados para não atrapalhar os projetos das prefeituras, que têm a missão de traçar uma política pública regional e integrada para atender esse público específico. “É um número elevado e uma situação que preocupa. Agora, o próximo passo são as ações dos municípios serem potencializadas e capacitadas. Contudo, algumas ações têm que ocorrer em âmbito local”, salientou o coordenador de projeto da Fundação Criança de São Bernardo, André Felix Portela Leite.
De acordo com Leite, entre os fatores que contribuem para que uma cidade tenha esses pontos com crianças de rua estão a má distribuição de renda, questões geográficas e a postura da sociedade frente a essa realidade. “É fundamental que as pessoas entendam que dar esmola ou comprar produtos desses adolescentes pode estimular e alimentar essa situação. É preciso lembrar que há equipes responsáveis que fazem o atendimento a essas crianças”, disse.
Para Caran, da Fundação Travessia, em outra fase do projeto é necessário obter informações sobre a família das crianças, para saber os motivos que levam uma criança a abandonar o lar, o que pode ajudar na reinserção na família e na sociedade. “A negligência e o abandono por parte dos pais, abuso sexual, trabalho infantil e a violência familiar estão entre as principais causas”, falou.
Leia a matéria na íntegra no RROnline
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Governo de São Paulo lança programa para treinar cães-guias

Para aumentar o número de cães-guias disponíveis para cegos, o governo de São Paulo lançou, na semana passada, um programa para treinar mais cachorros.
O espaço, que será instalado na USP, terá capacidade para 92 animais. O programa é uma parceria com a faculdade de veterinária.
O Brasil tem hoje 1,2 milhão de cegos e cerca de 80 cães-guias, segundo a ONG Iris. O órgão, que comemorou ontem o Dia do Cão-Guia com uma ação no shopping Iguatemi (zona oeste de SP), tem uma fila de espera de quase 3.000 pessoas.
O analista de sistemas Gabriel Vicalvi, 25, aguarda há três anos por um animal treinado. Ele conta que um amigo chegou a pagar R$ 30 mil por um. A Iris, que não cobra pelos cães, diz que enfrenta dificuldades para treiná-los.
Segundo Thays Martinez, presidente da ONG, é difícil conseguir financiamento e o treinamento é longo -cerca de dois anos. Neste ano, o instituto pretende entregar quatro animais.
Com o cachorro, o cego tem maior facilidade em desviar de obstáculos como orelhões e lixeiras --mais difíceis de detectar com a bengala. Além disso, eles são treinados para encontrar cadeiras vazias no metrô ou escadas rolantes a partir de um comando do dono.
Para quem consegue o cão, a dificuldade é fazer com que ele seja aceito. "Já tive que mudar de casa, porque as pessoas acham que ele vai morder", diz a cantora lírica Liana Maria Conrado. Mas ela não abre mão do animal. "A bengala para mim é um estigma, aquela coisa do ceguinho coitadinho. O cão-guia muda sua vida."
Matéria publicada na Folha
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Disque 100: Disque Direitos Humanos recebe denúncias de violência contra crianças e adolescentes
Uma linha direta e gratuita para receber denúncias anônimas de violência contra crianças e adolescentes já está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana: é o Disque Direitos Humanos (Disque 100). As denúncias também podem ser feitas pelo site http://www.disque100.gov.br/ ou pelo e-mail disquedenuncia@sedh.gov.br.
Esta é mais uma iniciativa da Campanha Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, lançada em fevereiro, que teve diversas ações durante o Carnaval e que segue até o final do ano.
A Campanha é uma ação do governo federal, coordenada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e pela Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Localmente, é desenvolvida pela Direção Regional de Assistência Social da Região do Grande ABC (DRADS), por meio do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS).
A Metodista apóia esta campanha, contando com uma representação no CMAS. Além disso, a Universidade combate a violência sexual por meio da Cátedra Gestão de Cidades, já que o objetivo principal desta é tornar a região um lugar melhor para se viver. Saiba mais sobre esta e outras iniciativas da Cátedra Gestão de Cidades por meio do site: www.metodista.br/gestaodecidades.
terça-feira, 22 de março de 2011
IV Encontro Afro-cristão 2011 acontece em abril
Segundo a coordenadora do evento, Diná da Silva Branchino, “o objetivo é trazer os temas relacionados à população negra para reflexão e o debate no âmbito da universidade e das igrejas. Discutir temas do cotidiano e mostrar o que os próprios jovens estão fazendo nesse sentido”.
Ela enfatiza que esta será a primeira vez em que haverá um espaço para a apresentação de trabalhos de pesquisas, que abordam a questão da juventude de um modo geral, compartilhando o saber acadêmico com a prática social.
Na programação estão previstas palestras, rodas de diálogos e atividades culturais, como a realização de um sarau.
O IV Encontro Afro Cristão acontece em um ano declarado pela ONU como Ano Internacional da Juventude e Ano Internacional para Afrodescendentes.
Para mais informações acesse o Portal da Metodista
segunda-feira, 21 de março de 2011
Universidade Metodista de São Paulo se classifica para o Projeto Rondon
“Para próxima etapa escolheremos os alunos e os projetos desenvolvidos por eles. Outro ponto é que do dia 3 ao dia 9 de abril os coordenadores dos projetos nas universidades vão fazer uma viagem percussora para conhecer a realidade das cidades”, explicou o professor coordenador do Projeto Rondon na Metodista, Victor Bigoli.
A Operação Tuiuiú, que será feita na cidade Porto Esperidião, no Mato Grosso, a Universidade implantará atividades voltadas para saúde, direitos humanos e justiça, educação e cultura.
Já na Operação Peixe-Boi será desenvolvida em Presidente Figueiredo, no Amazonas, a Metodista desenvolverá o plano de ação denominado pelo Ministério da Defesa como Ação B. Isto é, a Universidade será responsável por trabalhos que visem à sustentabilidade, tecnologia, empreendedorismo e meio ambiente.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Participe da edição de julho 2011 do Projeto Rondon
Os estudantes podem escolher uma das quatro operações (Peixe-boi, Oiapoque, Tuiuiú e Arara Azul) que a Universidade está disputando junto ao Ministério da Defesa e devem preencher o formulário como voluntário, para a função de INTEGRANTE UNIVERSITÁRIO DO PROJETO RONDON - Julho 2011 e enviar para o e-mail projetorondon@metodista.br, com o assunto “Subproposta para Projeto Rondon em Julho de 2011”, durante o período de 10 de fevereiro a 10 de março.
Para cada uma das operações, a Metodista propôs um projeto e, caso sejam aprovados pelo Ministério da Defesa, serão 32 vagas oferecidas (oito vagas para cada projeto), distribuídas entre diferentes cursos. Porém, os estudantes interessados já devem realizar a sua inscrição.
“A Universidade participa de vários projetos de cunho social. O Projeto Rondon Nacional é um deles e tem o caráter de ‘ensinar a pescar’, isto é, ser multiplicador”, afirma o professor Victor Bigoli, responsável pela inserção da Metodista no projeto. Cada universitário inscrito desempenhará as ações vinculadas à sua formação, bem como, auxílio nas demais áreas. O candidato que passar no processo de seleção deverá enviar os seguintes documentos em uma pasta zípada:
• Currículo em PDF
• Histórico escolar em PDF
• Subproposta de uma das atividades indicando como poderia participar dos projetos, a ação que desenvolveria a justificativa, os benefícios à comunidade
Os candidatos serão selecionados em duas fases: A primeira, por meio de análise de Curriculum Vitae, Histórico Escolar e Subproposta, no período de 11 a 15 de março e a segunda, por entrevistas e dinâmicas de grupo a serem realizadas a partir do dia 18 do mesmo mês.
A divulgação dos resultados da primeira fase ocorrerá em 16 de março, via e-mail, respondendo a todos que se inscreveram. Já os resultados da segunda fase serão divulgados a partir do dia 19 de março, também via e-mail.
A partir da divulgação, o selecionado deverá apresentar concretamente sua subproposta em reuniões formadas por outros alunos e professores, que irão acompanhá-los na cidade onde o projeto for instaurado.
As ações fazem parte do Projeto Rondon, coordenado pelo Ministério da Defesa, com o intuito gerar uma integração social por meio da participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções, que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliem o bem-estar da população e aproximando esses estudantes da realidade do País, além de contribuir, também, para o desenvolvimento das comunidades assistidas.
Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Rondon.Confira o edital do Projeto
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Idosos recebem remédios inadequados, segundo pesquisa
É o que diz estudo do farmacêutico André de Oliveira Baldon feito para a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP.
Ele ouviu mil idosos atendidos pelo SUS e analisou receitas de novembro de 2008 a maio de 2009, em Ribeirão Preto, interior de SP.
O número é muito maior do que o constatado em países como a Itália, onde 26% dos idosos não internados tomam medicamentos inadequados, e EUA (10%).
A pesquisa mostra que a falta de conhecimento do médico ou farmacêutico e a lista restrita de opções de medicamentos são as principais causas do problema.
A lista de remédios em hospitais e postos que atendem pelo SUS é muito restrita, diz Baldoni.
Assim, os médicos prescrevem o disponível, sem observar se pode ou não ser usado por idoso.
Um antialérgico, por exemplo, pode aumentar a sonolência no paciente. Estudos provam que essa reação aumenta o risco de queda e fratura óssea.
O ideal seria prescrever um antialérgico de segunda geração, menos forte, raramente encontrado no SUS.
O levantamento mostrou ainda que 30,9% dos idosos tomam remédios por conta própria; 37,1% não usam os remédios conforme prescritos e 46,2% relatam reações adversas aos medicamentos.
Leia a reportagem na integra na Folha
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Dos jovens viciados em álcool, 40% começaram a beber antes dos 11 anos
O manobrista Johnny, de 22 anos, tomou o primeiro gole de vinho aos 11 anos, com o irmão mais velho. Aos 7 anos, a doméstica Madalena, de 50, bebeu um copo de pinga em casa, pensando que era água. Hoje, os dois engrossam as estatísticas do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas: 40% dos adolescentes e 16% dos adultos que procuram tratamento para se livrar do vício experimentaram bebida alcoólica antes dos 11 anos.
"Bebia uma garrafa de vinho por dia, mas logo mudei para a cachaça. Fumava muitos cigarros e me envolvi com drogas. Antes de me viciar em álcool, eu era o melhor aluno da sala. Depois parei de estudar. Minha vida virou um inferno. Só resolvi procurar ajuda especializada quando me dei conta de que poderia morrer", conta Johnny.
Os litros de cachaça tomados diariamente transformaram Madalena em uma adulta com problemas com álcool e desmotivada. O abuso a fez perder o marido e dois filhos, que se mudaram de cidade e não mantêm mais contato com ela. Por causa disso, Madalena tentou o suicídio. Foi quando descobriu que era hora de pedir ajuda. Está em tratamento intensivo faz 40 dias.
Os dados sobre o primeiro contato com a bebida impressionaram a psiquiatra Marta Ezierski, diretora do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. "Uma coisa é falar de alcoolismo na população em geral. Outra é falar com base em uma população triada, já dependente. O número é muito alto."
As informações são resultado de duas análises: uma de 684 pacientes adultos e outra de 138 adolescentes que procuraram o Cratod nos últimos dois anos.
Leia a reportagem na íntegra no Estadão
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Cruz Vermelha recebe doações para afetados pelas chuvas
A Cruz Vermelha de São Paulo está direcionando suas doações às vítimas das chuvas do Estado. As prioridades de doações são alimentos não-perecíveis, de fácil consumo e preparação, além de leite, itens de higiene pessoal e limpeza (sabão em pedra, fraldas descartáveis, papel higiênico, entre outros itens). A filial de São Paulo está localizada na avenida Moreira Guimarães, 699, no Bairro Indianópolis (próximo ao aeroporto de Congonhas). O local funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. Mais informações pelo telefone (11) 5056-8667.
Confira o informe publicitário divulgado pela filial da Cruz Vermelha em São Paulo:
Ajude a Cruz Vermelha a ajudar
As vítimas da chuva intensa não são apenas os mortos. Muitos sobreviventes perdem tudo e dependem de ajuda para sobreviver com um mínimo de dignidade. Estamos em campanha para ajudar milhares de desabrigados. As necessidades têm suplantado as doações, que são muitas, mas insuficientes. Você pode colaborar das seguintes formas:1. Trabalhando como voluntário.2. Doando alimentos não perecíveis – especialmente arroz, feijão, óleo –, água, leite longa vida, fraldas. Ou sabão em pedra.3.
Depositando sua colaboração nas contas abaixo.
As empresas interessadas em fazer campanhas internas, ou em abrir postos de arrecadação, devem cadastrar-se conosco. Se for o caso de sua empresa, considere a urgência. Especialmente no caso dos órgãos de imprensa, sua adesão é muito importante e aliviará muito sofrimento. Sugerimos que as autoridades isentem imediatamente de impostos as doações (há precedentes).
Voluntários, entrega de donativos, cadastramento (das 8h00 às 17h00)
Av. Moreira Guimarães, 699, entre o Ibirapuera e o Aeroporto de Congonhas.DepósitosItaú Ag. 6480, cc 04751-0Cruz Vermelha Brasileira – Filial do Estado de São Paulocvbsp@cvbsp.org.br – voluntariado@cvbsp.org.br – 5056-8665/66/67
Nota publicada no ABCD Maior
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Em 2010, Brasil registrou 42,9 milhões de matrículas na rede pública, diz Censo Escolar
A imagem retratada pelo censo continua sendo a de um funil: o sistema escolar brasileiro tem quase o dobro de alunos nos anos iniciais do ensino fundamental em comparação com as matrículas no ensino médio. De acordo com os dados, coletados entre maio e agosto deste ano, o país registrava 13,4 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano; com crianças a partir dos 6 anos) e 7,1 milhões de matrículas no ensino médio (1º ao 3º ano).
A diminuição no número de alunos matriculados começa a ocorrer ainda entre as séries do ensino fundamental. As séries finais (6º ao 9º ano) desse nível de ensino têm 11% a menos de matrículas (11,9 milhões) do que as séries iniciais.
Nas séries inicias do ensino fundamental, mais da metade das matrículas são em escolas municipais (7,8 milhões). A situação muda nas séries finais. As escolas urbanas estaduais absorvem 54% das matrículas (6,4 milhões). No ensino médio, 95% das matrículas são em escolas estaduais urbanas.
De acordo com o Inep, havia 1,34 milhão de crianças (0 a 3 anos) matriculadas em creches municipais e estaduais (64% em regime integral) e mais de 3,5 milhões de crianças (4 e 5 anos) matriculadas na pré-escola.
A educação de jovens e adultos (EJA) registrava 2,5 milhões de matrículas no ensino fundamental e mais de 1 milhão de matrículas no ensino médio.
Na educação especial, o Inep ainda verificou mais 528 mil matrículas nos diferentes níveis de ensino. Mais da metade dessas matrículas (53%) são nas séries iniciais do ensino fundamental e quase 22% das matrículas são nas séries finais do ensino fundamental.
Os dados do Censo Escolar são coletados pela internet (sistema Educacenso). Segundo o Inep, além de dados sobre matrícula, as escolas enviam informações sobre os professores em regência de aula, as condições físicas da escola e dados sobre cada um de seus alunos, incluindo: nome completo, data de nascimento, sexo, cor/raça, nome dos pais, naturalidade, endereço residencial, necessidades de atendimento escolar diferenciado, utilização de transporte público, necessidades educacionais especiais e rendimento escolar do ano anterior.
Reportagem da Agência Brasil
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Plano nacional consolida cultura da qualidade na educação, diz Haddad
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (15) que o Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020, enviado ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “consolida a cultura da qualidade” na gestão da educação no país.
“O grande diferencial do plano é que ele consolida a cultura da qualidade. Ele não é um plano que mira quantidade, é um plano que mira quantidade e qualidade”, afirmou Haddad. “As metas têm que ser lidas em voz alta pela sociedade nos próximos anos", disse.
Segundo o Ministério da Educação, o projeto do novo PNE prevê dez diretrizes e 20 metas com estratégias específicas para concretização na sociedade. Haddad listou algumas das metas.
“O salário dos professores, em média, não pode continuar inferior ao salário das demais categorias profissionais. O diretor de escola não pode ser escolhido por critérios políticos”, exemplificou Haddad.
Leia na íntegra no Portal G1
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
ONG de São Bernardo ganha R$ 130 mil de projeto social japonês
A Pequeno Cidadão concorreu com o “Projeto Crescer Preservando a Vida”, que atende crianças de seis a 14 anos em vulnerabilidade social, e recebeu R$ 130 mil para a compra de equipamentos. “Tivemos que explicar qual o trabalho que desenvolvemos e justificar o porquê de querermos os móveis, computadores, impressoras, DVDs, televisores e também um elevador para cadeirantes”, disse a presidente da ONG, Valquíria Moraes.
O programa do consulado existe desde 1999 e premiou, no ano passado, 94 instituições. “Os ganhadores deste ano ainda não foram contabilizados porque o ano fiscal do Japão só fecha no mês de março”, explicou Marcia Obara, responsável pela seção econômica do consulado.
Leia a reportagem na íntegra no RROnline
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Combate ao Bullying: uma questão de justiça
A cartilha contém 15 tópicos que tratam desde a definição do bullying e suas manifestações, até como os pais e educadores podem lidar com os casos. Um dos temas ajuda a identificar se a criança está sofrendo o assédio a partir de seu comportamento em casa e na escola.
A publicação é de autoria da médica psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, que também escreveu o livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas” sobre o mesmo tema.
Para baixar a cartilha em pdf clique aqui
Fonte: Rest
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A Consciência Negra
O Brasil celebra, comemora, protesta e entra definitivamente na sua conscientização negroide. Esse fato venceu as teses morenistas, que pregavam que seríamos uma nação atrasada por causa da nossa herança africana ou porque uma possível ascendência negra iria nos envergonhar.
Todo esse repertório falacioso perdeu força e caiu no desgosto da população, apesar de se passarem tantos anos de exclusão étnica. Hoje, a consciência negra, que virou uma agenda pública mensal, significa o reconhecimento dessa importante herança negra para o sucesso societário brasileiro.
As ações afirmativas, dela oriundas, são a aplicação prática dos preceitos que estão na Constituição Federal, na ideologia e no ethos do nosso povo. Mesmo que com um reconhecido atraso na disponibilização de ferramentas para superar as diferenças entre brancos e negros ( incluindo os próprios “morenos”, os pretos e os pardos), o Brasil está na rota certa para avançar na construção da democracia racial, que pode tornar-se realmente um fato.
Leia o artigo na integra: RETS
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Dia Mais Cidadania realiza Campanha de Doação de Sangue
A Universidade Metodista de São Paulo se prepara para a edição de 2010 do Dia Mais Cidadania - evento que, por meio de uma mobilização de alunos, docentes e funcionários da Instituição, além de membros da comunidade externa interessados em ajudar, realiza ações voluntárias visando o bem-comum - ocorre no próximo dia 23 de outubro, a partir das 08h.Para este ano, a Metodista organiza uma grande caravana de Campanha de Doação de Sangue, onde a Instituição levará os interessados até os hemocentros ligados a Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan) e ao Hospital São Paulo para realizar a doação.
Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo Portal da Metodista desde que atendam as recomendações indicadas pelo Ministério da Saúde e pela Colsan, entre elas ser maior de 18 anos, pesar mais de 50 quilos e estar portando algum documento original com foto. Confira a lista completa de exigências mínimas e dicas para o dia da doação.
A concentração para o Dia Mais Cidadania acontece no sábado, 23 de outubro, a partir das 08h, no Anexo Fi, Campus Rudge Ramos. O acesso ao Campus ocorre pela portaria da Alfeu Tavares (Rua Alfeu Tavares, 149 – Rudge Ramos – SBC). A Metodista oferecerá um café da manhã para os voluntários antes da doação. A saída está programada para as 09h.
Veja a relação de hemocentros que serão visitados pela Metodista.
Fonte: Portal Metodista
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Que venham os pássaros!
A varanda do apartamento ou o quintal de casa ficam ainda mais agradáveis quando recebem a visita de passarinhos. E não é difícil atrair esses visitantes: há plantas especialistas nessa função!
Os principais chamarizes são as _ ores aromáticas e exuberantes, assim como os frutos e as folhagens fartas. Uma boa indicação é a avedo- paraíso, _ or alaranjada que gosta de sol e tolera bem o vento – por isso é indicada para coberturas. “A brinco-de-princesa é outro exemplo, com cores vivas e néctar saboroso”, declara a paisagista Daniela Sedo, de São Paulo. “Essa espécie, também apreciada por beija-flores, se adapta melhor a- moreiras, já que é uma trepadeira pendente”, explica Juliana Castro, paisagista de Florianópolis.
Mas não são só as trepadeiras com odores que atraem os bichinhos. Se a ideia for ganhar uma ave de estimação, as plantas com muita folhagem, como a falsa-vinha e a ipomeia-rubra, oferecem refúgio para os ninhos. Isso sem esquecer as frutíferas: árvores com frutos miúdos e de casca mole, como a pitangueira e a jabuticabeira, são as mais procuradas. “Elas estão sempre cheias de pássaros!”, completa Juliana.
Fonte: Planeta Sustentável
quarta-feira, 10 de março de 2010
Cadê a calçada?
Com 71 buracos espalhados em 2 quilômetros, a Rua Augusta lidera o ranking de reclamações de pedestres
