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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A cada três dias, um jovem é diagnosticado com aids

A cada três dias, o Hospital Estadual Emílio Ribas, referência no atendimento a portadores de HIV na capital, diagnostica um jovem com aids. E, a partir de hoje, com a inauguração de um novo ambulatório pela instituição, sua capacidade de atendimento deve crescer 67%, passando de 3 mil para 5 mil consultas mensais. “Temos percebido na prática clínica o quanto tem aumentado os casos de HIV entre os jovens e o quanto o perfil do doente se modificou”, analisa o infectologista David Uip, diretor do hospital, ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Ao falar sobre o perfil etário dos pacientes, o médico se refere a jovens com idade entre 15 e 24 anos. “São pessoas bem afeiçoadas, jovens bonitos, fortes, aparentemente esclarecidos. Mas parece que nossos jovens esclarecidos pensam que não vão morrer de aids e se arriscam mais”, diz Uip. Também hoje, Dia Mundial de Combate à aids, o Emílio Ribas promove um alerta sobre a doença voltado justamente para a faixa jovem, na casa noturna Villa Country, na zona oeste. A ação faz parte da campanha ‘Aids: ela não perde uma balada’ e já esteve em casas noturnas como: D-Edge, Love Story, Bubu Longe, Santa Aldeia, Canto da Ema e Mary Pop.

Cartazes e adesivos serão afixados banheiros femininos e masculinos da casa noturna. Os porta-vozes da campanha são jovens modelos, homens e mulheres – uma tentativa de promover a ideia de que a aids não esta relacionada à aparência física ou aspecto saudável do indivíduo. No uniforme dos modelos, a mensagem: “Cuidado com aquilo que deseja… A aids esta na pista!”

Ainda com foco no público jovem, o novo ambulatório do Emílio Ribas terá uma central para de testes rápidos de HIV, com resultados em 15 minutos – antes, muitos pacientes demoravam cerca de duas semanas para a retirar o exame. “Qualquer pessoa que vem fazer o teste de HIV fica aflita, por isso tem de haver um acolhimento da nossa parte. E, caso o resultado dê positivo, a atenção deve ser ainda maior. Precisamos encaminhar e acompanhar esse paciente. Daí a importância de um atendimento multidisciplinar”, avalia Uip.

Ainda que portadores de hepatites e outras doenças infectocontagiosas sejam atendidos pelo Emílio Ribas, 70% dos pacientes está ali para tratar o HIV. Por isso, o novo ambulatório, que custou cerca de R$ 6 milhões, entre reforma e aquisição de equipamentos, priorizou uma estrutura bastante focada no tratamento de pacientes com aids.

Continue lendo a matéria no Estadão

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

São Paulo cria primeiro laser nacional para tratar varizes

São Paulo acaba de criar a primeira tecnologia nacional de tratamento a laser contra as varizes, problema que atinge cerca de um terço dos brasileiros e tem um importante potencial incapacitante, podendo levar à perda de mobilidade nas pernas. Até então, a única alternativa era usar equipamentos importados, que tornam o tratamento quatro vezes mais caro.

A iniciativa paulista, uma parceria entre pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), câmpus São Carlos, e Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Botucatu, resultou em uma máquina com custo de R$ 25 mil – ante os R$ 100 mil empregados no equipamento importado.
Diretor científico da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBAVC), o médico Walter Castelli diz que as varizes atingem até 30% dos brasileiros. “Mas se contarmos as microvarizes, chamadas popularmente de ‘vasinhos’, o problema é ainda mais comum, atingindo de 50% a 70% da população”, explica.

A tecnologia nacional desenvolvida pelos paulistas já foi testada em 15 pacientes do Hospital das Clínicas (HC) de Botucatu. De acordo com o cirurgião vascular Winston Bonetti Yoshida, professor da Faculdade de Medicina da Unesp, o HC nunca tinha adquirido uma máquina de laser contra varizes por causa de seu alto custo. “Então pensei que seria possível fabricar um aparelho nacional, para beneficiar não só a nossa instituição, como as outras”, diz.

Yoshida propôs a parceria com o Instituto de Física da USP de São Carlos, que desenvolveu o equipamento em menos de um ano. Agora, a partir desses 15 primeiros pacientes, será feito um estudo para verificar se o resultado da técnica é semelhante àquele obtido com os equipamentos importados. Depois disso, a ideia é produzir e comercializar novas máquinas.

O tratamento a laser contra varizes é feito de modo endovascular. Com o paciente anestesiado, uma fibra ótica é introduzida dentro da veia doente e conduz o laser. Em contato com a hemoglobina, é gerada uma energia térmica localizada na parede interna da veia. Dessa maneira, a veia é cauterizada de dentro para fora, transformando-se em um cordão fibroso.

O laser é uma das opções contra as varizes. “Veio para complementar a cirurgia convencional, com a finalidade de fazer com que o paciente retorne às atividades antes de duas ou três semanas”, diz Castelli. Com o laser, em geral, a recuperação ocorre em até uma semana.
O especialista explica que a técnica não é indicada para tratar veias com mais de 1,2 cm de diâmetro e que uma desvantagem é o risco de queimaduras superficiais. A escolha do melhor tratamento depende do perfil clínico do paciente.

Para o cirurgião vascular Nelson Wolosker, professor da Faculdade de Medicina da USP, o uso de laser ainda é restrito e indicado aos que não podem se submeter à cirurgia convencional. “Essa cirurgia vem sendo praticada há 80 anos e traz ótimo resultado estético”, diz.

Matéria publicada no JT.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Secretaria de Saúde alerta para casos de catapora no primavera

A Secretaria de Saúde de São Paulo fez um alerta à população para os sintomas, os cuidados e as formas de prevenir a catapora. A doença é considerada típica da primavera, em razão das temperaturas mais elevadas no estado.

De acordo com o órgão, a catapora atinge principalmente crianças, mas adultos infectados com o vírus requerem cuidados especiais - sobretudo se tiverem outras doenças associadas.

Altamente contagiosa, a doença se caracteriza pela presença de febre e vesículas (pintas vermelhas com líquido) espalhadas em todo o corpo, que evoluem para crostas, até a cicatrização.

A maioria das crianças costuma apresentar de 250 a 500 lesões no corpo que formam crostas e permanecem por até duas semanas. A transmissão ocorre por contato direto, por meio da saliva e de secreções respiratórias, ou por contato com o líquido do interior das vesículas. Depois de infectado, o paciente fica imune à doença.

Desde 2003, o estado aplica gratuitamente a vacina em creches e escolas que registram dois ou mais casos da doença, imunizando crianças menores de 6 anos. A dose não integra o calendário de vacinação do Ministério da Saúde.

No ano passado, São Paulo registrou 39.043 casos. Até julho deste ano, foram 1.413. O ano com mais registros da doença no estado foi 2003, com 51,6 mil infecções.

lista As recomendações divulgadas pela secretaria para evitar complicações da catapora incluem:

link Cortar sempre as unhas e deixá-las limpas;

link Evitar contato com pessoas que tenham baixa capacidade de defesa;

link Usar roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;

link Usar luvas na hora de dormir, se a coceira incomodar muito;

link Não arrancar as crostas que se formam quando as vesículas regridem;

link Manter-se em repouso enquanto tiver febre;

link Consumir alimentos leves e muito líquido.


Matéria publicada no Estadão

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vacina da poliomielite será injetável

O Ministério da Saúde vai substituir a vacina oral contra a poliomielite, a Sabin, pelo imunizante injetável. O motivo da troca, que já ocorreu em outras partes do mundo, é que a forma injetável é produzida com o vírus morto, ou inativado - portanto, mais segura.

Oficialmente, o Ministério não tem prazo para o início da transição, mas divulgou informe técnico para as secretarias estaduais de Saúde, alertando para a mudança em 2012. O documento recomenda ações intensificadas de imunização de modo a alcançar coberturas vacinais de no mínimo 95% e promete a apresentação da nova estratégia para este semestre.

A Sociedade de Imunizações já esperava essa troca há muito tempo e vinha recomendando o uso da vacina inativada. "É uma mudança que ocorreu em todos os países desenvolvidos, mas não é uma alteração simples", afirma a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim-RJ).

Matéria publicada na Veja

A vacina oral contra a poliomielite é feita com o vírus atenuado. Apesar de raro, há o risco de infecção por esse vírus, que provoca a pólio vacinal - causada pela própria vacina. "É preciso ressaltar que o benefício da pólio oral é muito grande. A poliomielite é uma doença transmissível, que incapacita e até mata. Mas há o risco de 1 caso para 800.000 doses de provocar a pólio vacinal. Se nós temos uma vacina mais segura, devemos usá-la", defende Isabella.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Pais devem se preocupar com alimentação das crianças na volta às aulas

O hábito de ter uma alimentação balanceada começa na infância. Por isso, é importante saber como montar uma lancheira saudável para as crianças no período da volta às aulas.

Segundo a nutricionista Sueli Longo, da Universidade Metodista, os pais devem ter muito cuidado com os produtos normalmente mais apreciados pelas crianças, como biscoitos recheados, refrigerantes e salgadinhos. “São alimentos com elevado teor de sal, açúcar e gordura e que devem ser ingeridos em menor quantidade e frequência. Já alimentos ricos em nutrientes, vitaminas, minerais e fibras devem ser ingeridos diariamente”, explica.

Pensando nisso, a gerente de vendas Sônia Maria Fabris de Almeida, que é mãe de um menino de 9 anos, monta a lancheira do filho diariamente e prioriza alimentos saudáveis. “Todos os dias ele leva uma fruta. Costumo colocar tomate, cenoura ralada com um pouquinho de sal e também sanduíche, com pão integral.”

Por outro lado, Sônia acredita que é importante colocar porções de doces na lancheira do filho. “Opto por um tabletinho de chocolate, com o cuidado de ser aquele que o pediatra recomenda, que tem 50% de cacau.”

Para a nutricionista, é importante que os pais tenham muito critério ao oferecer alimentos com alto teor de sal e açúcar. “Não é proibido, mas com moderação. A decisão de quando e quanto a criança irá consumir é de responsabilidade dos pais”, disse.

Sônia decidiu por escolher um dia na semana em que o filho pode comer “tranqueiras”. “De sexta-feira eu dou dinheiro para ele comprar um refrigerante e comer alguma coisa da cantina. Até porque ele vê outras crianças e fica com vontade. Mas, mesmo assim, também envio a fruta para o lanche.”

Lancheira saudável – De acordo com a especialista, o lanche na escola tem de ser encarado como uma refeição intermediária. “Ele está entre as refeições principais, ou seja, para quem estuda no horário matutino ele completa o café da manhã, e para quem estuda no vespertino ele assume o papel de café da tarde.”

Também não é necessário que o lanche seja volumoso. “As opções são sucos de fruta, bebidas a base de soja, iogurte, frutas, biscoitos simples e pão. O detalhe importante é buscar opções saudáveis.”

Matéria publicada no Rudge Ramos Online

terça-feira, 26 de julho de 2011

Gravidez entre adolescentes paulistas cai 37% em 11 anos

Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, produzido com base nos dados da Fundação Seade e divulgado nesta terça-feira, 26, mostra que a gravidez entre adolescentes paulistas, com idades entre 10 e 19 anos, caiu 37% em 11 anos.

Em 1998, foram 148.018 casos de gravidez na adolescência no Estado e em 2009, último dado consolidado, esse número caiu para 92.812 ocorrências. A queda nos casos se mostrou constante desde o primeiro ano do levantamento.

De acordo com o relatório, houve uma redução de 37,8% na faixa etária de 15 a 19 anos. Em 1998, foram 143.490 adolescentes nessa faixa etária grávidas no Estado. Em 2009 esse número caiu para 89.176 jovens. Entre as garotas com idades entre 10 e 14 anos, o indicador apresentou queda de 19,7%, com 4.528 casos de gravidez em 1998 e 3.636 em 2009.

Desde 1996 a Secretaria adotou um modelo de atendimento integral à adolescente, que contempla o aspecto físico, psicológico e social, e que começou a mostrar resultados dois anos depois - por isso a Secretaria usa 1998 como base de comparação.

Além de informação e orientação, o trabalho busca identificar as emoções, medos e dúvidas dos adolescentes sobre afetividade, relacionamentos e sexo seguro. A Casa do Adolescente de Pinheiros, na capital, serviu como laboratório da nova política de saúde para jovens, oferecendo atendimento multidisciplinar, com médicos, dentistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, enfermeiros, psicólogos e professores.

"A replicação do atendimento multiprofissional focado não apenas na prevenção mas nos aspectos emocionais e psicoafetivos dos adolescentes vem contribuindo não só para a diminuição dos índices de gravidez na adolescência, mas também na prevenção e tratamento de doenças", disse o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri, em comunicado.

Atualmente, são 25 unidades da Casa do Adolescente na capital, Grande São Paulo e litoral do Estado. Uma delas, inclusive, instalada em Heliópolis, maior favela da cidade de São Paulo.

A Secretaria mantém um telefone, (11) 3819-2022, para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe formada por médicos, psicólogos e assistentes sociais atende jovens que ligam em busca de orientações. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.

Matéria publicada no Estadão

terça-feira, 19 de julho de 2011

São Paulo prorroga vacinação contra o sarampo até esta sexta-feira

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu prorrogar a campanha vacinação contra o sarampo para crianças de 1 a 6 anos de idade até sexta-feira, 22, em todo o Estado.

Até o momento, 3 milhões de crianças já foram imunizadas, chegando a 89,91% do público-alvo. Ainda devem ser aplicadas 170 mil doses para atingir a meta de 95% de crianças vacinadas.

As menores coberturas continuam nas faixas etárias de 1, 5 e 6 anos, com, respectivamente, 87,61%, 79,61% e 67,42% dos grupos vacinados no período. Dentre as crianças de 2 a 4 anos, a meta de 95% já foi atingida, porém, quem ainda recebeu a vacina pode ir às salas de vacinação.

Os postos de saúde abrem de segunda a sexta-feira, das 8 as 17 horas. Na capital a sala de vacinação do Instituto Pasteur, na avenida Paulista, 393, funciona inclusive aos sábados e domingos, das 8 as 20 horas.

Matéria publicada no Estadão

A Secretaria orienta a população para que esteja atenta aos sintomas do sarampo. Os principais são febre e manchas avermelhadas no corpo, acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu prorrogar a campanha vacinação contra o sarampo para crianças de 1 a 6 anos de idade até sexta-feira, 22, em todo o Estado.

Até o momento, 3 milhões de crianças já foram imunizadas, chegando a 89,91% do público-alvo. Ainda devem ser aplicadas 170 mil doses para atingir a meta de 95% de crianças vacinadas.

As menores coberturas continuam nas faixas etárias de 1, 5 e 6 anos, com, respectivamente, 87,61%, 79,61% e 67,42% dos grupos vacinados no período. Dentre as crianças de 2 a 4 anos, a meta de 95% já foi atingida, porém, quem ainda recebeu a vacina pode ir às salas de vacinação.

Os postos de saúde abrem de segunda a sexta-feira, das 8 as 17 horas. Na capital a sala de vacinação do Instituto Pasteur, na avenida Paulista, 393, funciona inclusive aos sábados e domingos, das 8 as 20 horas.

A Secretaria orienta a população para que esteja atenta aos sintomas do sarampo. Os principais são febre e manchas avermelhadas no corpo, acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Falta de remédios mobiliza São Paulo

Após vários episódios de falta de remédios de alto custo, noticiados pelo Jornal da Tarde desde o início do ano, o governo decidiu convocar sociedades médicas e associações de pacientes para discussões sobre o problema. Tanto a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo como o Ministério da Saúde criaram grupos de estudo para analisar a questão e buscar soluções.

Associações paulistas de pacientes participam de reuniões mensais na Secretaria desde maio. O objetivo é discutir estratégias de tratamento e ouvir as demandas por novos remédios que ainda não são fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Um dos primeiros convidados do novo programa foi a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), no mês passado. A entidade falou sobre a suspensão de um remédio contra câncer linfático, caso noticiado pelo JT em março. Há pacientes que, até o momento, ainda não conseguiram continuar o tratamento.

“Eles ficaram de analisar a demanda sobre os medicamentos que, anteriormente, a Secretaria já considerava como um direito e que deixaram de ser fornecidos a partir de setembro do ano passado”, conta a presidente da Abrale, Merula Steagall.

Ela se refere ao caso do remédio Rituximabe (Mabthera), cujo fornecimento foi interrompido para um subgrupo de pacientes com linfoma em setembro de 2010, quando a distribuição, até então feita pela Secretaria, passou a ser de responsabilidade do Ministério.

“O problema é que essas reuniões demoram muito para ocorrer e esse tipo de coisa tinha que ser resolvido com mais rapidez”, opina Merula. A Secretaria de Estado da Saúde informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que busca com a iniciativa “traçar um plano de ação em conjunto com as associações, com foco na segurança dos pacientes e na escolha da melhor terapêutica”.

O projeto é uma iniciativa do Departamento de Assistência Farmacêutica da Coordenadoria de Ciência e Tecnologia em Insumos Estratégicos da Secretaria. Qualquer associação de pacientes pode participar mediante prévia inscrição.
Também, em maio, foi criado um grupo de trabalho que une o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e as sociedades médicas relacionadas à área de oncologia para avaliar a situação das drogas oncológicas com risco de desabastecimento no País.

A ideia é impedir que os pacientes tenham seus tratamentos interrompidos quando os laboratórios farmacêuticos deixam de produzir determinados medicamentos por perda de interesse comercial. “Estamos discutindo uma mudança de legislação para não permitir que esses laboratórios deixem de produzir remédios que ainda são essenciais para o tratamento de muitos pacientes”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Enaldo Melo de Lima. Ele acrescenta que também está sendo avaliada a possibilidade de o governo assumir a produção dessas drogas.

Doenças como leucemia, mieloma múltiplo e câncer de mama são afetadas. “Estamos fazendo um mapeamento do que de fato está faltando no mercado para poder chegar a uma conclusão e dar um encaminhamento a essa questão”, afirma Lima.

Representantes de pacientes também dizem que o Ministério da Saúde, neste ano, tem voltado os olhos para a questão do desabastecimento. Essa é a opinião da presidente do Movimento dos Pacientes de Esclerose Múltipla (Mopem), Cleuza de Carvalho Miguel, membro do Conselho Nacional de Saúde.

Na semana passada ela participou de um seminário sobre o tema, em Brasília. “Ele (o ministro da saúde) ouviu os representantes de cada patologia, um por um. Para nós, é uma possibilidade de ajudarmos a melhorar o sistema”, diz.

Atualmente, só no Estado, são gastos R$ 57 milhões por mês para cumprir as decisões judiciais na área da saúde, grande parte delas ligada à demanda por remédios.


Veja os caso no Jornal da Tarde

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma em cada 3 crianças não recebeu a 2ª dose da vacina contra gripe em SP

Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que 34,7% das crianças paulistas entre 6 e 23 meses de idade ainda não receberam a segunda dose da vacina contra o vírus Influenza, causador da gripe.

O número corresponde a 266 mil crianças que ainda precisam ser levadas aos postos de saúde para receber a segunda dose. Desde que a vacinação contra a gripe foi iniciada, em 25 de abril, 767 mil crianças nessa faixa etária receberam a primeira dose, e 501 mil retornaram aos postos para receber a segunda.

No Instituto de Infectologia Emílio Ribas, órgão ligado à Secretaria, 64% das crianças vacinadas não voltaram à sala de vacina da unidade para receber a segunda dose da imunização contra o vírus Influenza.

Este é o primeiro ano que as crianças participam da vacinação contra a gripe. Além delas, gestantes, idosos, profissionais de saúde e indígenas foram vacinados em todo o Estado. Para esses grupos, entretanto, diferentemente das crianças, apenas uma dose é necessária.

Os postos de saúde abrem das 8 às 17 horas, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8 às 20 horas, incluindo finais de semana e feriados.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Exame que detecta catarata infantil é ignorado na maioria dos Estados

Apesar de ser um exame rápido, simples e indolor, apenas dez dos 27 Estados brasileiros tornaram o "teste do olhinho" obrigatório em toda a rede. O exame, entre outras coisas, é capaz de detectar catarata infantil - problema responsável por cerca de até 20% dos casos de cegueira ou baixa visão.

Entre os Estados que aprovaram leis obrigando a adoção do exame estão São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina e Mato Grosso. Em alguns deles, a lei determina que a criança seja operada em até 30 dias após o diagnóstico.

O Ministério da Saúde diz que considera o teste do olhinho tão simples que ele deveria fazer parte do exame físico da criança independente de ser uma lei. Por isso, ainda avalia uma maneira de tornar o procedimento obrigatório em todo o País - ele já foi incluído na Rede Cegonha.

A catarata é uma das doenças oculares que podem ser detectadas pelo "teste do olhinho". Ela é caracterizada pela opacidade do cristalino (lente do olho que deve ser transparente) e não é um problema exclusivo do idoso. Pode também atingir crianças, embora seja menos frequente. Estima-se que aconteçam 6 casos para cada 10 mil nascimentos. Pode ser congênita ou ser consequência da rubéola ou toxoplasmose na gravidez.

A detecção pode ser feita pelo teste do reflexo vermelho, conhecido como teste do olhinho. O exame não requer um equipamento sofisticado - é feito com um oftalmoscópio, um tipo de lanterna que possui lentes especiais refletoras. Custa entre R$ 300 e R$ 600. Quando o olho está sadio, o reflexo fica vermelho. Caso contrário, não há reflexo.

Leia a matéria na integra no Estadão

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Campanha de Vacinação contra a poliomielite começa sábado

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite começa neste sábado (18) em todo o Brasil. A vacina contra a paralisia infantil será aplicada em crianças de zero a quatro anos de idade. No ABC, de acordo com as prefeituras da região, devem ser imunizadas mais de 100 mil crianças contra a Poliomielite, sendo 8.600 crianças em São Caetano, 51.738 em São Bernardo e 42.136 em Santo Andre.

A segunda etapa da campanha está marcada para o dia 13 de agosto. A ação acontece das oito até as 17 horas e serão ao todo 130 pontos de vacinação na região (confira lista completa abaixo).Durante a campanha, as crianças de um até seis anos também receberão a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola).

Matéria publicada no RROnline

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Jovens de 16 e 17 anos agora podem doar sangue

Jovens entre 16 e 17 anos poderão doar sangue com a autorização dos responsáveis, de acordo com portaria publicada nesta terça-feira, 14, no Diário Oficial da União. Pessoas com até 68 anos também poderão doar sangue.

Com a portaria foi lançado o novo regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos, com os novos critérios para doação de sangue no Brasil. Até então só podiam doar sangue pessoas entre 18 e 65 anos. Com a ampliação da faixa de idade, 14 milhões serão incentivados a doar sangue.

De acordo com a Portaria 1.353, a orientação sexual não deve servir como critério para a seleção dos doadores. Portanto, na triagem não poderá haver preconceito nem discriminação de gênero, raça ou de que qualquer outro tipo. Novas medidas de humanização dos serviços de hemoterapia também foram estabelecidas, com a capacitação dos profissionais da Hemorrede.

No Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado hoje, o Ministério da Saúde lança a campanha "Essa corrente precisa de você. Doe Sangue". O objetivo da campanha é chegar a 4 milhões de voluntários, ou 2,1% da população. Hoje esse número chega a 1,9% da população.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Descoberta da Aids completa 30 anos

A Aids, uma doença ainda sem cura, foi descoberta há trinta anos e já provocou 30 milhões de mortes, transformou o mundo, gerou um investimento financeiro exemplar, uma mobilização de larga escala e avanços médicos espetaculares.

Há 30 anos, no dia 5 de junho de 1981, o Centro de Controle de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, descubriu em cinco jovens homossexuais uma estranha pneumonia que até então só afetava pessoas com o sistema imunológico muito debilitado.

Um mês depois, foi diagnosticado um câncer de pele em 26 homossexuais americanos e se começou a falar de "câncer gay".

No ano seguinte, a doença foi batizada com o nome de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, Sida, em inglês, Aids.

Em 1983 uma equipe francesa isolou o vírus transmitido pelo sangue, secreções vaginais, leite materno ou sêmen, que ataca o sistema imunológico e expõe o paciente a "infecções oportunistas" como a tuberculose ou a pneumonia.

Nestes 30 anos de Aids e seus milhões de vítimas, também foi uma época de grandes êxitos contra o vírus. Em 1996, com o desenvolvimento dos anti-retrovirais, a doença mortal passou a ser uma enfermidade crônica.

O Fundo Mundial, criado em 2002, já distribuiu 22 bilhões de dólares em subsídios e um "programa de urgência" foi organizado nos Estados Unidos.

Leia a reportagem na integra na Exame

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Inspeção veicular: a cada 480 carros regulados, uma vida é poupada

Realizar a inspeção veicular reduz o índice de mortalidade das cidades, segundo estudo divulgado pela Medicina da USP – Universidade de São Paulo. A pesquisa, realizada com base nos dados da capital paulista – que foi a primeira cidade do Brasil a adotar a inspeção veicular –, concluiu que, a cada 480 carros regulados, uma pessoa deixa de morrer por doenças agravadas pela poluição – como a pneumonia, por exemplo.

Em São Paulo, no ano passado, 121 mil veículos a diesel foram inspecionados e, portanto, evitou-se a morte de 252 pessoas. Além disso, cerca de 300 habitantes deixaram de ir para o hospital por conta da poluição do ar.

De acordo com o estudo, ao reduzir o número de internações nos hospitais, a inspeção veicular ainda fez com que o sistema de saúde público e particular economizasse US$ 987,4 mil – quantia similar a R$ 1,6 milhão.

Metria publicada na Superinteressante

A sugestão dos pesquisadores é que esse dinheiro seja investido em mais medidas de combate à poluição, já que, por ano, ela é responsável pela morte de cerca de quatro mil pessoas, apenas na cidade de São Paulo – mais do que a Aids e a tuberculose juntas!

No ano passado, apenas pouco mais da metade dos carros, da cidade de São Paulo, que deveriam realizar a inspeção veicular foram submetidos à avaliação. Já pensou quantas vidas mais poderiam ser salvas se todos cumprissem a lei ou, ainda, se a inspeção veicular fosse expandida para outras cidades do país?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Alunos não bebem água filtrada em pelo menos 9,6 mil escolas

Pelo menos 9.621 escolas em atividade do país declararam que os alunos não têm água filtrada para beber e, tampouco, recebem água potável da rede pública. Os dados estão no Censo da Educação Básica de 2010, o mais recente disponível. Esse número representa 4,8% das 200.876 unidades em atividade.

O levantamento feito pelo UOL Educação exclui as escolas que não responderam às perguntas, mas os números são autodeclaratórios. Ou seja: esse total pode ser ligeiramente menor ou maior, caso algumas escolas tenham preenchido erroneamente o questionário do censo.

Quando não se considera o quesito água da rede pública, o número mais que duplica e sobe para 21.120 escolas. A maioria delas (8.799 do total) é rural e da rede municipal (7.874 das 9,6 mil). Também há 80 unidades particulares na lista.

A única unidade da federação que não tem nenhuma escola na lista é o Distrito Federal. Lideram o "ranking" Pará (2.552), Rio Grande do Sul (1.688), Amazonas (1.643), Paraná (819) e Santa Catarina (781).

Para Denise Carreira, da Ação Educativa, os números são informações "sintonizadas com os desafios da igualdade brasileira". "Esses dados jogam mais uma vez na nossa cara que essa desigualdade está aí. Ela persiste apesar dos avanços dos indicadores", afirma.

Segundo ela, uma das justificativas para o fato de que a maioria das escolas fica na zona rural é que boa parte desta população é "excluída". "Às vezes, há uma negação do campo brasileiro. Cadê essa população? Há uma negação de que existe uma população aí", diz. "É fundamental que o PNE [Plano Nacional de Educação, em tramitação no Congresso] estabeleça metas de equalização. Além das metas de melhoria do acesso de qualidade pra todo mundo, também tem que prever metas para diminuir a desigualdade entre grupos da população."

Matéria publicada no UOL

quarta-feira, 27 de abril de 2011

São Bernardo do Campo recebe campanha com testes gratuitos para Hepatite C

São Bernardo do Campo receberá no dia 30 de abril, a campanha PROCURA-C, que realizará 1.000 testes gratuitos para diagnóstico da Hepatite C.

Os 1.000 testes gratuitos estarão disponíveis para toda a população que comparecer ao local do evento e os resultados são imediatos. Todos os pacientes com teste positivo serão encaminhados para acompanhamento.


SERVIÇO:

Campanha Procura-C em São Bernardo do Campo

1.000 testes disponibilizados

Local: WalMart – São Bernardo do Campo

Rua Marechal Deodoro, n° 2785

Data: 30 de abril

Horário: das 09h às 16h

Hepatite C infecta 170 milhões no mundo

Popularmente conhecida como “doença silenciosa”, a hepatite C raramente apresenta sintomas e pode não se manifestar no organismo por mais de 20 anos. Cerca de 90% dos infectados não sabem que estão com a doença e só descobrem quando o problema já está muito avançado, podendo apresentar quadros graves como cirrose ou câncer no fígado.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 170 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas pela hepatite C. A doença é hoje a principal causa de transplantes de fígado no Brasil.

O vírus HCV, causador desta forma da doença, é transmitido pelo contato com sangue contaminado. As formas mais comuns de contágio são o uso de agulhas e seringas compartilhadas e a manipulação de materiais contaminados que cortem ou perfurem a pele, como lâminas, bisturis e alicates.

Usuários e ex-usuários de drogas que compartilhavam agulhas e ex-atletas que dividiam medicamentos com seus companheiros (como injeções de energéticos, vitaminas e outros), têm maiores chances de estarem com o vírus da hepatite C. Além disso, todas as pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1992, inclusive transplantados, podem estar infectadas. Antes dessa data, o sangue das doações não era analisado para detecção desta forma de hepatite.

Quanto mais precoce for o diagnóstico dos pacientes com Hepatite C, maiores são as chances de cura com o tratamento adequado. Cerca de 20% dos infectados eliminam o vírus espontaneamente. Entre os 80% restantes, quase dois terços se recuperam se tratados corretamente.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Quantidade de homens com HPV cresce 14% em São Paulo

Vírus está relacionado a verrugas e até a câncer peniano

O número de homens infectados pelo vírus do HPV subiu 14% em SP, de acordo com o último levantamento da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que compara os resultados de 2009 com os de 2008. O dado é preocupante, pois representa 1.674 casos a mais em um ano. O vírus pode desencadear várias consequências no corpo masculino, desde a popular crista de galo, que são verrugas no órgão genital, até câncer peniano.

“Em alguns casos, o homem tem o vírus na pele do pênis ou na mucosa e não tem a doença ou o vírus fica instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar. Daí a importância de uma investigação e diagnóstico cuidadosos”, explicou Roberto Carvalho Silva, urologista do Centro de Referência DST/AIDS do Estado de São Paulo.

O especialista ressalta que 75% da população sexualmente ativa, em algum momento da vida, adquire esse vírus e uma porcentagem deste total vai desenvolver algum tipo de doença relacionada a ele. Segundo Silva, o tratamento masculino é igual ao feminino, e somente em casos extremos é necessária uma intervenção cirúrgica.

“O tratamento das lesões pode ser desde tópico, ou seja, através da medicação, colocando creme nas lesões ou fazendo aplicação de ácidos, ou cirúrgica, com laser ou eletro cauterização”, disse. O diagnóstico nos homens também é simples, segundo o médico. Inicialmente, há um exame físico para saber se há algum indício. Caso seja encontrada alguma anomalia, é necessário fazer uma biopsia para saber se está relacionada com os sintomas do HPV.

Leia a reportagem na íntegra no RROnline

quinta-feira, 31 de março de 2011

UNICID oferece tratamento gratuito com Pilates para pacientes com dor lombar crônica

O Programa de Mestrado em Fisioterapia oferece tratamento baseado no método Pilates e em uma cartilha de orientação postural para a pacientes com dor lombar crônica sem uma causa específica e persistente por mais de três meses, sem irradiação para as pernas, com idade entre 18 e 60 anos, que não tenham feito nenhum tipo de tratamento fisioterápico há seis meses e que estão a espera de um atendimento.

O método Pilates é uma técnica que abrange exercícios de alongamento e força voltados para o desenvolvimento do corpo e da mente, sendo capaz de aumentar a coordenação, a flexibilidade e a força muscular. Além disso, melhora a respiração, corrige a postura, previne lesões e tem sido recomendado no tratamento da dor lombar, pois promove a melhora da função e redução da dor.


Os interessados podem entrar em contato pelo telefone 2178-1240 solicitando um horário para avaliação.


Notícia publicada na UNICID

terça-feira, 15 de março de 2011

Entenda os riscos para a saúde de um desastre nuclear como o de Fukushima

Após uma terceira explosão em um de seus reatores nucleares, a usina da Fukushima Daiichi, no Japão, começou a deixar escapar radiação em níveis que se aproximam do preocupante, alertaram nesta terça-feira as autoridades japonesas.

Leia a seguir sobre a seriedade do incidente nuclear e o risco destes vazamentos para a saúde no Japão e nos países vizinhos.

Qual é a escala do vazamento de material radioativo?
O governo japonês afirmou que os níveis de radiação após as explosões na usina de Fukushima podem afetar a saúde humana. Foram detectados níveis de radiação mais altos ao sul da instalação. Moradores que vivem em um raio de 30 km da usina foram aconselhados a deixar suas residências ou permanecer em casa a portas fechadas para evitar exposição. Em Tóquio, os níveis estariam acima do normal, mas sem apresentar riscos à saúde. Na segunda-feira, as autoridades em Fukushima haviam informado que 190 pessoas foram expostas a radiação e um navio militar americano, o porta-aviões USS Ronald Reagan, havia detectado baixos níveis de radiação a uma distância de 160 km da usina de Fukushima.

O vazamento pode se espalhar para os países vizinhos?
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) descreveu o vazamento como um evento de nível quatro em uma escala internacional, o que significa um incidente "com consequências locais". Na Rússia, por exemplo, não foram detectados níveis anormais de radiação e por ora o problema não representa um problema para outras partes do mundo.

Que tipo de material radioativo escapou?
As informações são de que houve vazamento de isótopos de césio e iodo nas redondezas da usina. Especialistas dizem que seria natural haver também um escape de isótopos de nitrogênio e argônio. Mas não há evidências de que tenham escapado plutônio ou urânio.

Leia a matéria na íntegra no UOL