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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Secretaria de Saúde alerta para casos de catapora no primavera

A Secretaria de Saúde de São Paulo fez um alerta à população para os sintomas, os cuidados e as formas de prevenir a catapora. A doença é considerada típica da primavera, em razão das temperaturas mais elevadas no estado.

De acordo com o órgão, a catapora atinge principalmente crianças, mas adultos infectados com o vírus requerem cuidados especiais - sobretudo se tiverem outras doenças associadas.

Altamente contagiosa, a doença se caracteriza pela presença de febre e vesículas (pintas vermelhas com líquido) espalhadas em todo o corpo, que evoluem para crostas, até a cicatrização.

A maioria das crianças costuma apresentar de 250 a 500 lesões no corpo que formam crostas e permanecem por até duas semanas. A transmissão ocorre por contato direto, por meio da saliva e de secreções respiratórias, ou por contato com o líquido do interior das vesículas. Depois de infectado, o paciente fica imune à doença.

Desde 2003, o estado aplica gratuitamente a vacina em creches e escolas que registram dois ou mais casos da doença, imunizando crianças menores de 6 anos. A dose não integra o calendário de vacinação do Ministério da Saúde.

No ano passado, São Paulo registrou 39.043 casos. Até julho deste ano, foram 1.413. O ano com mais registros da doença no estado foi 2003, com 51,6 mil infecções.

lista As recomendações divulgadas pela secretaria para evitar complicações da catapora incluem:

link Cortar sempre as unhas e deixá-las limpas;

link Evitar contato com pessoas que tenham baixa capacidade de defesa;

link Usar roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;

link Usar luvas na hora de dormir, se a coceira incomodar muito;

link Não arrancar as crostas que se formam quando as vesículas regridem;

link Manter-se em repouso enquanto tiver febre;

link Consumir alimentos leves e muito líquido.


Matéria publicada no Estadão

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vacina da poliomielite será injetável

O Ministério da Saúde vai substituir a vacina oral contra a poliomielite, a Sabin, pelo imunizante injetável. O motivo da troca, que já ocorreu em outras partes do mundo, é que a forma injetável é produzida com o vírus morto, ou inativado - portanto, mais segura.

Oficialmente, o Ministério não tem prazo para o início da transição, mas divulgou informe técnico para as secretarias estaduais de Saúde, alertando para a mudança em 2012. O documento recomenda ações intensificadas de imunização de modo a alcançar coberturas vacinais de no mínimo 95% e promete a apresentação da nova estratégia para este semestre.

A Sociedade de Imunizações já esperava essa troca há muito tempo e vinha recomendando o uso da vacina inativada. "É uma mudança que ocorreu em todos os países desenvolvidos, mas não é uma alteração simples", afirma a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim-RJ).

Matéria publicada na Veja

A vacina oral contra a poliomielite é feita com o vírus atenuado. Apesar de raro, há o risco de infecção por esse vírus, que provoca a pólio vacinal - causada pela própria vacina. "É preciso ressaltar que o benefício da pólio oral é muito grande. A poliomielite é uma doença transmissível, que incapacita e até mata. Mas há o risco de 1 caso para 800.000 doses de provocar a pólio vacinal. Se nós temos uma vacina mais segura, devemos usá-la", defende Isabella.

terça-feira, 19 de julho de 2011

São Paulo prorroga vacinação contra o sarampo até esta sexta-feira

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu prorrogar a campanha vacinação contra o sarampo para crianças de 1 a 6 anos de idade até sexta-feira, 22, em todo o Estado.

Até o momento, 3 milhões de crianças já foram imunizadas, chegando a 89,91% do público-alvo. Ainda devem ser aplicadas 170 mil doses para atingir a meta de 95% de crianças vacinadas.

As menores coberturas continuam nas faixas etárias de 1, 5 e 6 anos, com, respectivamente, 87,61%, 79,61% e 67,42% dos grupos vacinados no período. Dentre as crianças de 2 a 4 anos, a meta de 95% já foi atingida, porém, quem ainda recebeu a vacina pode ir às salas de vacinação.

Os postos de saúde abrem de segunda a sexta-feira, das 8 as 17 horas. Na capital a sala de vacinação do Instituto Pasteur, na avenida Paulista, 393, funciona inclusive aos sábados e domingos, das 8 as 20 horas.

Matéria publicada no Estadão

A Secretaria orienta a população para que esteja atenta aos sintomas do sarampo. Os principais são febre e manchas avermelhadas no corpo, acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu prorrogar a campanha vacinação contra o sarampo para crianças de 1 a 6 anos de idade até sexta-feira, 22, em todo o Estado.

Até o momento, 3 milhões de crianças já foram imunizadas, chegando a 89,91% do público-alvo. Ainda devem ser aplicadas 170 mil doses para atingir a meta de 95% de crianças vacinadas.

As menores coberturas continuam nas faixas etárias de 1, 5 e 6 anos, com, respectivamente, 87,61%, 79,61% e 67,42% dos grupos vacinados no período. Dentre as crianças de 2 a 4 anos, a meta de 95% já foi atingida, porém, quem ainda recebeu a vacina pode ir às salas de vacinação.

Os postos de saúde abrem de segunda a sexta-feira, das 8 as 17 horas. Na capital a sala de vacinação do Instituto Pasteur, na avenida Paulista, 393, funciona inclusive aos sábados e domingos, das 8 as 20 horas.

A Secretaria orienta a população para que esteja atenta aos sintomas do sarampo. Os principais são febre e manchas avermelhadas no corpo, acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma em cada 3 crianças não recebeu a 2ª dose da vacina contra gripe em SP

Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que 34,7% das crianças paulistas entre 6 e 23 meses de idade ainda não receberam a segunda dose da vacina contra o vírus Influenza, causador da gripe.

O número corresponde a 266 mil crianças que ainda precisam ser levadas aos postos de saúde para receber a segunda dose. Desde que a vacinação contra a gripe foi iniciada, em 25 de abril, 767 mil crianças nessa faixa etária receberam a primeira dose, e 501 mil retornaram aos postos para receber a segunda.

No Instituto de Infectologia Emílio Ribas, órgão ligado à Secretaria, 64% das crianças vacinadas não voltaram à sala de vacina da unidade para receber a segunda dose da imunização contra o vírus Influenza.

Este é o primeiro ano que as crianças participam da vacinação contra a gripe. Além delas, gestantes, idosos, profissionais de saúde e indígenas foram vacinados em todo o Estado. Para esses grupos, entretanto, diferentemente das crianças, apenas uma dose é necessária.

Os postos de saúde abrem das 8 às 17 horas, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8 às 20 horas, incluindo finais de semana e feriados.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Campanha de Vacinação contra a poliomielite começa sábado

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite começa neste sábado (18) em todo o Brasil. A vacina contra a paralisia infantil será aplicada em crianças de zero a quatro anos de idade. No ABC, de acordo com as prefeituras da região, devem ser imunizadas mais de 100 mil crianças contra a Poliomielite, sendo 8.600 crianças em São Caetano, 51.738 em São Bernardo e 42.136 em Santo Andre.

A segunda etapa da campanha está marcada para o dia 13 de agosto. A ação acontece das oito até as 17 horas e serão ao todo 130 pontos de vacinação na região (confira lista completa abaixo).Durante a campanha, as crianças de um até seis anos também receberão a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola).

Matéria publicada no RROnline