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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Energia chega de ônibus
Movimento dos veículos gera eletricidade para alimentar ponto sustentável em São Paulo
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A luz vai ficar smart
No final de 2012 ou no início de 2013, começam a ser instaladas as redes inteligentes, que permitirão a cobrança diferenciada de tarifas
A Aneel pretende regulamentar o uso dos novos medidores eletrônicos nos próximos meses. O Brasil possui atualmente 67 milhões de medidores de energia, que deverão ser substituídos num prazo de até dez anos, dependendo do ritmo de implantação das redes inteligentes pelas distribuidoras. O custo de cada novo medidor é estimado em cerca de 200 reais, o que significa um investimento de mais de 13 bilhões de reais para a troca de todos os equipamentos. Ainda não está definido quem vai pagar essa conta. A intenção da Aneel é que as distribuidoras de energia realizem a troca sem repassar os custos ao consumidor, uma vez que as empresas terão, de acordo com a agência, enormes ganhos de eficiência - poderão monitorar o consumo mais facilmente, detectar os desvios de energia (os gatos) e realizar cortes sem necessidade de enviar um funcionário até a residência.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Sorvete é transformado em energia
Na Holanda, pesquisadores estudam a criação de um biodigestor capaz de transformar os restos da produção de sorvete em eletricidade
De algas a lixo, é possível gerar energia (limpa e renovável) das mais diferentes formas. Mas um projeto em uma fábrica em Hellendoorn, na Holanda, quer levar essa diversidade além. Uma parceria da Unilever com a empresa Paques visa à construção de um biodigestor capaz de transformar sorvete em eletricidade.
Os resíduos de leite, nata, proteínas, xaropes e pedaços de frutas que sobram da produção do doce vão para um tanque onde são misturados com 24 quatrilhões de micro-organismos naturais que "comem" os resíduos, transformando-os em biogás, uma energia verde.
A perspectiva é que o biodigestor seja totalmente operacionalizado até o fim do ano. Uma forma de poupar desperdícios e manter 40% da toda a energia da fábrica.
Matéria publicada no Planeta Sustentável
De algas a lixo, é possível gerar energia (limpa e renovável) das mais diferentes formas. Mas um projeto em uma fábrica em Hellendoorn, na Holanda, quer levar essa diversidade além. Uma parceria da Unilever com a empresa Paques visa à construção de um biodigestor capaz de transformar sorvete em eletricidade.
Os resíduos de leite, nata, proteínas, xaropes e pedaços de frutas que sobram da produção do doce vão para um tanque onde são misturados com 24 quatrilhões de micro-organismos naturais que "comem" os resíduos, transformando-os em biogás, uma energia verde.
A perspectiva é que o biodigestor seja totalmente operacionalizado até o fim do ano. Uma forma de poupar desperdícios e manter 40% da toda a energia da fábrica.
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terça-feira, 1 de março de 2011
Greenpeace protesta a favor de energia limpa no Congresso
Na manhã da última quinta-feira, 24 de fevereiro, uma torre de energia eólica inflável de 25 metros foi colocada em frente ao prédio do Congresso, em Brasília. A ação, feita por um grupo de ativistas do Greenpeace, protesta em favor da votação do Projeto de Lei de Renováveis, que incentiva e regulamenta investimentos em energia limpa como eólica, solar, pequenas centrais elétricas (PCHs) e usinas de cogeração a biomassa.
A turbina artificial trazia estampada a frase “Energia limpa. Voto no futuro”, e ficou “hasteada” em frente ao Congresso a partir das 9h, onde dez ativistas permaneceram por duas horas. Houve repressão inicial dos seguranças do prédio, que tentaram rasgar o plástico do objeto inflável. “Estamos acostumados com esse tipo de repressão. Depois eles acalmaram e não encostaram mais nos ativistas”, conta Ricardo Baitelo, coordenador de campanha de energia do Greenpeace. No final da manhã, Baitelo protocolou o relatório “Revolução Energética” na presidência da câmara, estudo que mostra a viabilidade de energias renováveis no Brasil.
O PL 630/03, ou Projeto de Lei de Renováveis, é um texto proposto pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE), espera há um ano e meio para entrar na pauta de votação dos parlamentares. Prevê, entre outras medidas, incentivos fiscais e subsídios para quem investe em energia limpa e a descentralização da geração de energia, em que os brasileiros, individualmente, pudessem gerar energia em suas próprias casas e jogar o excedente na rede elétrica.
“Não é um projeto fácil de ser implementado, mas abre caminho para beneficiar várias indústrias de forma limpa. Infelizmente, ainda há muita resistência ao novo: investe-se nas soluções energéticas de praxe, com esquemas prontos de quais indústrias e políticos vão tirar vantagem”, criticou Baiterlo, referindo-se à licença prévia para Belo Monte e à “tradição” brasileira em construir grandes empreendimentos hidrelétricos.
Matéria publicada no Estadão .
A turbina artificial trazia estampada a frase “Energia limpa. Voto no futuro”, e ficou “hasteada” em frente ao Congresso a partir das 9h, onde dez ativistas permaneceram por duas horas. Houve repressão inicial dos seguranças do prédio, que tentaram rasgar o plástico do objeto inflável. “Estamos acostumados com esse tipo de repressão. Depois eles acalmaram e não encostaram mais nos ativistas”, conta Ricardo Baitelo, coordenador de campanha de energia do Greenpeace. No final da manhã, Baitelo protocolou o relatório “Revolução Energética” na presidência da câmara, estudo que mostra a viabilidade de energias renováveis no Brasil.
O PL 630/03, ou Projeto de Lei de Renováveis, é um texto proposto pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE), espera há um ano e meio para entrar na pauta de votação dos parlamentares. Prevê, entre outras medidas, incentivos fiscais e subsídios para quem investe em energia limpa e a descentralização da geração de energia, em que os brasileiros, individualmente, pudessem gerar energia em suas próprias casas e jogar o excedente na rede elétrica.
“Não é um projeto fácil de ser implementado, mas abre caminho para beneficiar várias indústrias de forma limpa. Infelizmente, ainda há muita resistência ao novo: investe-se nas soluções energéticas de praxe, com esquemas prontos de quais indústrias e políticos vão tirar vantagem”, criticou Baiterlo, referindo-se à licença prévia para Belo Monte e à “tradição” brasileira em construir grandes empreendimentos hidrelétricos.
Matéria publicada no Estadão .
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