quarta-feira, 8 de junho de 2011
Mortes no trânsito já superam as causadas por Aids e Malária
Nos países emergentes com elevadas taxas de crescimento econômico, cada vez mais pessoas vão tendo acesso a carros. É um enorme contingente de novos motoristas e pedestres que não tem familiaridade com os perigos do tráfego.
E muitas cidades não possuem uma infraestrutura viária adequada, o que expõe seus habitantes a riscos de acidentes de trânsito.
A OMS alerta que, se as ruas e estradas essenciais ao desenvolvimento de um país não forem construídas e administradas levando-se em consideração as pessoas que por ali trafegam, o preço do crescimento econômico pode ser elevado - a vida de milhares de pessoas.
Materia publicada no UOL
terça-feira, 26 de abril de 2011
'Chernobyl será perigosa por milhares de anos'
A União Europeia e governos de todo o mundo prometeram 550 milhões (US$ 797 milhões) para Chernobyl. A conferência teve êxito?
Esse é um evento esquizofrênico. Por um lado, conseguiu fazer com que a comunidade internacional doasse dinheiro para uma segunda proteção para o reator devastado. Ao mesmo tempo, porém, as pessoas estão fazendo vista grossa para as verdadeiras raízes da catástrofe: a energia nuclear.
Chernobyl está localizada a apenas 90 quilômetros de Kiev, mas aqui se ouve constantemente que precisamos apoiar a energia atômica, que ela é absolutamente segura. É um paradoxo. O mundo está injetando centenas de milhões de euros na Ucrânia para eliminar as consequências de Chernobyl. Ao mesmo tempo, Kiev quer expandir sua indústria nuclear e o Ocidente está capacitando o governo ucraniano a fazê-lo. Precisamos tirar lições de Chernobyl. É trágico que, 25 anos depois, tenhamos um novo desastre com o reator nuclear em Fukushima. A questão é a seguinte: quantos Chernobyl o mundo ainda pode suportar?
Leia a reportagem completa no Estadão
