segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Energia chega de ônibus
Movimento dos veículos gera eletricidade para alimentar ponto sustentável em São Paulo
Veja mais no Planeta Sustentável
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Exposição a céu aberto é realizada em Mauá
O grupo “Arte Livre ao Ar Livre”, que conta com mais de 200 artistas visuais entre grafiteiros, fotógrafos e muralistas, vai fazer diversas manifestações artísticas em um muro de mais de 600 metros próximo a estação Mauá da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em Mauá. O evento acontece neste sábado e domingo, das 9h às 18h.
A ação faz parte do Projeto Gráfico – Galeria a Céu Aberto, desenvolvido pela CPTM, que tem como tema central o transporte e vai se transformar em um livro.
A multinacional AkzoNobel , como uma das apoiadoras, ira doar 360 litros e mais 200 bisnagas de tintas variadas.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Mortes no trânsito já superam as causadas por Aids e Malária
Nos países emergentes com elevadas taxas de crescimento econômico, cada vez mais pessoas vão tendo acesso a carros. É um enorme contingente de novos motoristas e pedestres que não tem familiaridade com os perigos do tráfego.
E muitas cidades não possuem uma infraestrutura viária adequada, o que expõe seus habitantes a riscos de acidentes de trânsito.
A OMS alerta que, se as ruas e estradas essenciais ao desenvolvimento de um país não forem construídas e administradas levando-se em consideração as pessoas que por ali trafegam, o preço do crescimento econômico pode ser elevado - a vida de milhares de pessoas.
Materia publicada no UOL
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Inspeção veicular: a cada 480 carros regulados, uma vida é poupada
Em São Paulo, no ano passado, 121 mil veículos a diesel foram inspecionados e, portanto, evitou-se a morte de 252 pessoas. Além disso, cerca de 300 habitantes deixaram de ir para o hospital por conta da poluição do ar.
De acordo com o estudo, ao reduzir o número de internações nos hospitais, a inspeção veicular ainda fez com que o sistema de saúde público e particular economizasse US$ 987,4 mil – quantia similar a R$ 1,6 milhão.
Metria publicada na Superinteressante
A sugestão dos pesquisadores é que esse dinheiro seja investido em mais medidas de combate à poluição, já que, por ano, ela é responsável pela morte de cerca de quatro mil pessoas, apenas na cidade de São Paulo – mais do que a Aids e a tuberculose juntas!
No ano passado, apenas pouco mais da metade dos carros, da cidade de São Paulo, que deveriam realizar a inspeção veicular foram submetidos à avaliação. Já pensou quantas vidas mais poderiam ser salvas se todos cumprissem a lei ou, ainda, se a inspeção veicular fosse expandida para outras cidades do país?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Abacaxi e banana viram plástico para veículos
O plástico criado tem outra vantagem: como deixará os carros mais leves, levará a uma economia de combustível. Leão afirma que esses plásticos poderão ser usados em dois anos.
Em 2009, outro brasileiro, o professor de engenharia química Leonardo Simon, mostrou na Universidade de Waterloo, no Canadá, que a palha do trigo poderia fazer parte de peças de veículos e substituir materiais não renováveis obtidos por meio da mineração.
A palha é uma alternativa viável ao uso de carbonato de cálcio, talco e mica.
Transformada em um pó, ela é misturada com polipropileno (plástico) e pode formar peças tanto para a parte interna quanto para a externa dos veículos. No ano passado, o novo plástico já era utilizado em algumas peças do carro Ford Flex.
Notícia publicado no Estadão
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
São Bernardo retoma inspeção de veículos movidos a diesel
Segundo relatório do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), São Bernardo tem aproximadamente 38 mil veículos, entre caminhões, ônibus, caminhonetas e micro-ônibus, a maioria movida a diesel. Na última inspeção veicular da cidade, em 2010, cerca de 2.300 mil veículos foram checados.
A análise mede a quantidade de material particulado (fumaça preta que prejudica a qualidade do ar) e é feita no estacionamento do Ginásio Poliesportivo. Os motoristas dos veículos que estiverem fora dos padrões estabelecidos receberão orientação a respeito da manutenção necessária
Matéria publicada no RROnline
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Iniciativas entregam alimentos saudáveis e sustentáveis em casa
VeloVeggies, EUA, e Le Verdure Del Mio Orto, Itália, são empresas que promovem alimentação saudável e sustentável
As hortas são a melhor opção para uma alimentação mais saudável e sustentável, mas nem sempre a opção mais prática, tanto por tempo como por espaço. Por isso, surgiram nos EUA e na Itália iniciativas que podem ser uma solução para o problema – ou pelo menos uma ajuda.
A VeloVeggies, em Minneapolis, EUA, não é nada mais que um delivery de frutas e verduras feito em uma bicicleta. Todo o alimento é produzido em fazendas locais e divididos em kits, que custam entre US$ 18 e US$ 40. Além disso, a empresa realiza um sistema de coleta de resíduos orgânicos, que são encaminhados para os produtores usarem como adubo.
Já a italiana Le Verdure Del Mio Orto (as verduras da minha horta) permite que você mesmo crie a sua horta, só que virtualmente. Após escolher o tamanho do terreno e a variedade das plantas, a empresa se encarrega em plantar e entregar todos os alimentos na sua casa. Uma horta de 30 metros quadrados, recomendada para dias pessoas, custa 850 euros por ano.
Fonte: Atitude Sustentável
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Placar da saúde marca: bicicleta 9 x 0 Carro
Essa deve surpreender muita gente: uma pesquisa revelou que é mais saudável se deslocar nas cidades de bicicleta do que de carro - mesmo levando em conta o risco de acidentes fatais. O estudo holandês indica que as vantagens de pedalar podem ser nove vezes maiores que os riscos de acidentes de trânsito e e exposição à poluição.
Ciclistas vivem em média de 3 a 14 meses a mais por causa da atividade física, perdendo potencialmente de 0,8 dia a 40 dias de vida por causa da poluição e 5 a 9 dias por causa de acidentes fatais. A vantagem se estenderia para toda a comunidade, que ganharia com a redução na poluição equivalente a 500 mil viagens de carro por dia.
Mesmo em países como a Grã-Bretanha, que tem um número mais alto de mortes de ciclistas no trânsito, as vantagens ainda seriam sete vezes maiores que os riscos, segundo os pesquisadores holandeses.
Para chegar às conclusões, eles dissecaram estudos internacionais sobre os riscos da exposição a poluentes de automóveis, acidentes de trânsito e benefícios proporcionados por exercícios físicos (pedaladas de 7,5 km a 15 km por dia).
Se por um lado, estima-se que ciclistas absorvam duas vezes mais poluição ao respirar do que motoristas e sejam mais vulneráveis a acidentes de trânsito, por outro, a prática de exercícios moderados pode aumentar a expectativa de vida em até 50%.
No artigo publicado na revista científica Environmental Health Perspectives (EHP), os estudiosos destacam que nos países em desenvolvimento podem ser outros quinhentos, já que a poluição atmosférica e os riscos de acidentes tendem a ser maiores.
Na minha experiência de quase duas décadas pedalando nas ruas do Rio de Janeiro e de Londres, sou obrigado a reforçar o alerta: o risco de trocar o metrô, õnibus ou o carro por uma bicicleta no Rio, São Paulo ou outra capital brasileira pode ser grande demais.
Principalmente, quando o ciclista é obrigado a dividir a rua com carros, caminhões e ônibus - guiados por motoristas extremamente agressivos - e em boa parte do tempo dentro de uma nuvem de poluição.
Veja mais: Participe do 1º Passeio Ciclístico e Caminhada São Bernardo/Metodista
Fonte: BBC Brasil
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Participe do 1º Passeio Ciclístico e Caminhada São Bernardo/Metodista
Os interessados em participar devem realizar a inscrição gratuitamente pelo telefone (11) 4366-5577. Para quem optar pela caminhada o percurso é de aproximadamente de 4,7quilômetros. Já quem for utilizar as bicicletas, a distância aumenta um pouquinho, e será de cerca de 7,9 quilômetros.
A concentração e saída para a 1º Passeio Ciclístico e Caminhada de São Bernardo/ Metodista ocorrerá na Praça Central do Campus Rudge Ramos, a partir das 08h, com entrada pela portaria da Rua do Sacramento, 230. As primeiras mil pessoas que chegarem ao local e estiverem inscritos, ganham um kit com squeeze e camiseta.
A chegada ocorre no mesmo local e logo em seguida, os participantes serão premiados com show com a Orquestra Filarmônica Jovem, com regência do Maestro Daniel Martins, e apresentação de manobras radicais com bicicletas, na categoria Freestyle, da equipe Bike Man.
O evento recebe o apoio da Gallo Bicicletas e Componentes; G3 Esportes; e Bike Man Radical.
Fonte: Portal da Metodista
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Festival organiza "flashmob" no Dia Mundial Sem Carro
Na próxima quarta-feira (22), quando é comemorado o Dia Mundial Sem Carro, o festival SWU promove um "flashmob" na avenida Paulista, em São Paulo.
O evento vai reunir pessoas a pé, de bicicleta, skate, patins ou patinete para um passeio em uma das avenidas com maior movimento de carros da cidade. E tem mais: bem na hora do "rush". A ideia é incentivar as pessoas a deixar carros e motos em casa.
Para quem quiser participar da manifestação, o ponto de encontro é a Praça do Ciclista, que fica no cruzamento da avenida Paulista com a rua Bela Cintra. Às 18h, começa a caminhada, que segue para a praça Oswaldo Cruz, de frente para o shopping Pátio Paulista.
O festival SWU, sigla para Starts With You (começa com você), que vai trazer nomes como Rage Against the Machine e Queens of the Stone Age para Itu (SP), nos dias 9, 10 e 11 de outubro, tem como principal objetivo promover a conscientização ambiental.Fonte: Folha de S. Paulo
No Dia Mundial Sem Carro, trânsito de SP continua igual
O trânsito na capital paulista não sofreu alteração na manhã desta quarta-feira, no Dia Mundial Sem Carro, movimento para que a população adira ao uso de veículos alternativos no lugar de carro particular. Segundo informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), às 9 horas a cidade registrava 75 quilômetros de vias congestionadas, índice dentro da média para o horário.
As zonas sul e oeste eram as responsáveis por grande parte do congestionamento com 23 km (30%) e 24 km (33%), respectivamente. Os piores pontos de lentidão estavam na pista expressa da Radial Leste, sentido centro, com 4,6 km de congestionamento do Viaduto Pires do Rio até a Rua Wandenkolk, e na Avenida dos Bandeirantes, sentido Marginal, também com 4,6 km de engarrafamento, do Viaduto Dante Delmanto até o Viaduto Santo Amaro.
Hoje, a SPTrans vai ampliar o horário de pico dos ônibus em São Paulo por duas horas. A medida é para atender ao aumento da demanda de passageiros no transporte público por causa do Dia Mundial Sem Carro.Fonte: Estadão
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
É possível e tem quem faz
Agressões ao meio ambiente são evidentes. Mas soluções também existem. Algumas cidades vêm adotando práticas sustentáveis que podem desacelerar a degradação do planeta
GESTÃO AMBIENTAL DAS AUTORIDADES LOCAIS
Em todas as cidades com as boas práticas apontadas abaixo, o sucesso dependeu da parceria dos governos com a iniciativa privada. E também de projetos de médio e longo prazo para mudar os hábitos dos cidadãos e das empresas por meio de leis, campanhas e políticas continuadas. Na Suécia, por exemplo, o estado oferece subsídios e paga consultores para auxiliar as empresas a adotar estratégias sustentáveis.
MENOS POLUIÇÃO
Em Vancouver, no Canadá, áreas verdes contribuem para a qualidade do ar, assim como o uso de combustíveis limpos. Ônibus alternam biodiesel e energia elétrica. Além disso, o governo determinou que as indústrias poluam menos
ÁREAS VERDES PÚBLICAS
Praças e parques amenizam o clima, atraem animais e podem ser usados como espaços de lazer. Em Bogotá e Medellín, na Colômbia, o plano urbanístico previu parques-bibliotecas nos subúrbios, espaços geridos em parceria com a população.
PLANO URBANO
O desenho das cidades deve prever a distribuição equânime dos serviços pelo território e o crescimento, evitando a ocupação de áreas de preservação. Bairros viram minicomunidades com vida econômica e cultural própria. No século 19, o urbanista Ildefonso Cerdà replanejou Barcelona, na Espanha, pensando nisso.
GESTÃO E TRATAMENTO DO LIXO
Antes de tudo, menos consumo e desperdício. Depois, reutilizar, reciclar e dar destino ao que sobrou. Apenas 3% do lixo de Copenhagem, na Dinamarca, vai para aterros - 56% é reciclado. Outra parte é incinerada e gera energia, abastecendo residências e indústrias.
GERAÇÃO DE ENERGIA
Estocolmo, na Suécia, tem um bairro-modelo em que a meta é acabar com o consumo de combustíveis fósseis. Hoje, o lixo orgânico já é usado para fabricar biogás, que move ônibus e, nas casas, esquenta a água para a calefação no rigoroso inverno.
TRANSPORTES ALTERNATIVOS
Além do transporte público, a cidade deve estimular os deslocamentos a pé (especialmente em cidades planas) e de bicicleta por meio do alargamento de calçadas, da construção de ciclovias e dos programas de aluguel de bicicletas, como Amsterdã, na Holanda.
CONSTRUÇÕES INTELIGENTES
Em Freiburg, na Alemanha, as casas têm isolamento térmico. A posição aproveita o sol de inverno, mas balcões bloqueiam a luz do verão. Janelas grandes iluminam o interior. Painéis solares geram eletricidade e o excedente é comprado pela prefeitura.
ÁGUA
Seul, na Coreia do Sul, começou a virada ecológica pelo rio Han, que corta a cidade. As indústrias deixaram as margens do rio, que foi despoluído e hoje é usado para a navegação e prática de esportes. Seis estações tratam o esgoto dos afluentes.
Fonte: Planeta Sustentável
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Medidas antitráfego
Anunciada no último dia 28 de julho pelo prefeito Gilberto Kassab, a restrição ao trânsito de caminhões e motos em um trecho da Marginal Pinheiros e nas avenidas dos Bandeirantes e Jornalista Roberto Marinho seguiu um roteiro comum às regras que organizam o vaivém na cidade: foi apresentada às vésperas de entrar em vigor. “Boas ou ruins, as mudanças nessa área são feitas sempre na base da canetada”, afirma Maurício Broinizi, coordenador executivo do Movimento Nossa São Paulo, ONG criada em 2007. Por não enxergar na cidade nenhum plano geral de mobilidade, o movimento resolveu apresentar um à prefeitura. O estudo será enviado à Câmara de Vereadores em setembro. Se forem postas em prática, as medidas acabarão por espremer ainda mais o espaço dos carros de passeio. “Nosso sistema viário não dará conta do crescimento da frota nos próximos anos” acredita Broinizi. Conheça as principais propostas e qual a possibilidade de que venham a sair do papel em breve:
AUMENTAR O NÚMERO DE CORREDORES DE ÔNIBUS
Viabilidade: média
A ideia é reservar faixas exclusivas para ônibus em praticamente todas as vias de grande tráfego da cidade. Como primeira consequência, haveria a redução do espaço para os motoristas e o aumento dos congestionamentos. “Isso deixará de ser um problema quando o público que anda de carro passar a ver o corredor como um benefício”, diz Broinizi. O exemplo é o programa Transmilenio, implantado em 1998 por Bogotá, na Colômbia: faixas exclusivas com pontos de ultrapassagem entre os ônibus e cobrança de bilhete único nas estações, para não haver demora no embarque. Lá, os coletivos têm capacidade para até 240 pessoas, passam a cada quatro minutos e andam à velocidade média de 27 quilômetros por hora. Segundo a prefeitura de Bogotá, um em cada cinco motoristas adotou o ônibus. “O custo do quilômetro de um bom corredor fica em torno de 90 milhões de reais. É um quarto do valor do quilômetro do metrô e não leva décadas para ficar pronto”, explica Broinizi.
TIRAR DO PAPEL AS CICLOVIAS PROJETADAS
Viabilidade: alta
O Plano Diretor Estratégico do município para o período de 2006 a 2012 prevê a criação de 367 quilômetros de ciclovias, ligando terminais de ônibus, trens e metrô. Hoje, a cidade tem cerca de 50 quilômetros, 20 deles dentro de parques. Com população pouco menor que a de São Paulo, Nova York conta com 675 quilômetros de ciclovias.
DIMINUIR OS DESLOCAMENTOS
Viabilidade: baixa
Não tem a ver com carros ou ruas, mas interfere no trânsito: a cidade ficará menos congestionada se as pessoas encontrarem o que procuram perto de casa. “Em Amsterdã, na Holanda, os estudantes não caminham mais de quinze minutos até o colégio”, afirma Broinizi. Sai caro criar pequenos hospitais e escolas em cada esquina, mas, ainda assim, o Movimento Nossa São Paulo acredita que é possível aproveitar esse modelo no planejamento diário. E evitar a centralização. “Quando transferiram a sede do Tribunal do Júri do Fórum de Santo Amaro para a Barra Funda, em 2008, 3 milhões de pessoas ficaram desassistidas”, conta Broinizi. Agora, sempre que precisam resolver algum problema com a Justiça, têm de ir até a Zona Oeste.
DAR PRIORIDADE AO PEDESTRE
Viabilidade: alta
De quatro pessoas que morrem por dia no trânsito de São Paulo, duas são pedestres, segundo o Movimento Nossa São Paulo. Para mudar esse quadro, a cidade necessita de calçadas mais adequadas a deficientes físicos, mais faixas para atravessar a rua e maior fiscalização aos avanços de sinal. Nem a Avenida Paulista, no coração da cidade, escapa das críticas. Para Broinizi, os sinais de trânsito não dão tempo para os idosos atravessarem de um lado ao outro e eles ficam ilhados no meio da avenida.
CRIAR UM PLANO DE MOBILIDADE
Viabilidade: alta
A ONG propõe a criação de um fórum de discussão do governo com a sociedade. O exemplo é o Pacto pela Mobilidade, de Barcelona, na Espanha, que reúne prefeituras, sindicatos de motoristas, associações de vítimas de acidentes de trânsito e empresas que dependem do transporte de mercadorias. “Beneficiários e potenciais afetados pelas mudanças no trânsito, todos sentam à mesma mesa. É importante entender para onde São Paulo vai”, diz Broinizi.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ônibus a Hidrogênio
A iniciativa poderá colocar o país na vanguarda mundial do uso de energia limpa e renovável nos transportes. É o primeiro ônibus movido a hidrogênio da America Latina.
O primeiro protótipo do veículo foi fabricado para a EMTU/SP, em Caxias do Sul (RS). O ônibus tem emissão zero de poluentes, liberando para a atmosfera apenas vapor d´água e foi lançado em 1º/07/2009 na sede da EMTU/SP, em São Bernardo do Campo (SP).
O projeto tem direção do Ministério das Minas e Energia (MME) e conta com recursos do Global Environment Facility (GEF), aplicados por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Governo de São Paulo.
Participam do consórcio internacional para desenvolvimento do projeto as seguintes empresas: AES Eletropaulo, Ballard Power Systems, Epri, Hydrogenics, Marcopolo, Nucellsys, Petrobras Distribuidora e Tuttotrasporti.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Bicicleta e a Mobilidade Urbana
Na cidade de São Paulo, existe um automóvel para cada três pessoas. Além disso, o índice de ocupação por veículos não chega a 1,5 pessoas por carro. Isso significa que menos de 40% da população paulistana possui ou usufrui de um automóvel. No entanto, as políticas públicas são inteiramente voltadas para esta elite motorizada e individualista.
Qualquer metrópole que se preze, que realmente quer uma solução para a mobilidade, adota medidas de priorização do tráfego de bicicletas. Ainda mais se levarmos em consideração que a bicicleta é o meio de transporte mais limpo, saudável e sustentável que existe.
A cada dia, mais e mais bike-ativistas tomam as ruas de Sampa e do mundo todo para mostrar isso aos "cegos" motoristas em seus automóveis. É um movimento expressivo, que conta com adesão de milhares de anônimos.
Você sabia que tem uma lei municipal em São Pauloque obriga a construção de ciclovia quando uma avenida ou grande via é realizada? Isso significa que praticamente todas as obras de Sampa nos últimos anos são ilegais. A tal Ponte Estaiada é o melhor exemplo de priorização dos automóveis no transporte. Não podem circular por ela, ônibus, bicicletas ou pedestres.
Acredito que este assunto dispensa maiores explicações, então vamos às dicas:
Deixe o carro em casa sempre que possível: ele polui o ar, congestiona as ruas, degrada a cidade, causa estresse e favorece o sedentarismo. No espaço de 3 carros (geralmente com uma pessoa) pode circular um ônibus com 60 passageiros ou 20 ciclistas.
Use transporte coletivo: alguns minutos a mais no seu percurso tornam a cidade melhor para todos. Participe das discussões sobre transporte público e exija das autoridades melhorias no sistema do metrô e ônibus urbano.
Em distâncias até 6km, vá a pé ou de bicicleta: além de fazer exercício e economizar, você verá a cidade com outros olhos.
Respeite o ciclista e o pedestre: eles têm igual direito de circular nas ruas com segurança. Ao ultrapassar uma bicicleta, reduza a velocidade e mantenha distância. Nas faixas, a preferência é sempre do pedestre (a não ser que exista semáforo específico). Respeite as calçadas, as áreas verdes e jardins e os rebaixamentos no meio-fio.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Cesta básica ecológica
MÓVEIS RECICLADOS E CERTIFICADOS
Para não deixar que a decoração de suacasa se torne cúmplice de crimes contra as florestas, tenha cuidado com a escolha dos móveis. Madeiras sem documentos que comprovem sua origem podem ser sinal de desmatamento. Sempre que possível, dê preferência a peças com madeira certificada, de demolição ou de reflorestamento. Você também pode usar a criatividade – e um pouco de tinta – para transformar móveis antigos em peças para lá de descoladas.
BIKE
Ter uma bicicleta em casa é o primeiro passo para deixar o carro mais vezes na garagem. E você não precisa ser radical e querer ir para o trabalho pedalando todos os dias. Comece com pequenos percursos no seu bairro, para fazer compras rápidas, ir ao banco ou à feira. Sem falar que andar de bike é também um ótimo exercício físico, e nessa história todo mundo ganha: você gasta menos combustível, perde menos tempo no trânsito, diminui a emissão de CO2 para a atmosfera – combatendo o aquecimento global – e ainda ganha um novo jeito de olhar a cidade.
PRODUTOS DE LIMPEZA ECOLÓGICOS
Manter a casa limpa não precisa gerar impactos ao meio ambiente. Produtos biodegradáveis e feitos com ingredientes naturais evitam a contaminação da água e da terra e também são menos agressivos à saúde. Fabricantes como Biowash, Ipê e Ariel oferecem produtos mais ecológicos. Outra opção é usar receitas caseiras da vovó (como vinagre e água) para limpar vidros e pisos. No banheiro, algumas gotinhas de óleo essencial de eucalipto e citronela diluídas em água higienizam e perfumam sem prejudicar o planeta.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Vamos andar de bicicleta?
