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terça-feira, 5 de julho de 2011

Shopping Metropole cria projeto de educação

A partir de agosto, o Shopping Metrópole oferece aos seus colaboradores, funcionários de lojas e terceirizados a oportunidade de completarem os estudos referentes ao Curso Fundamental de 1º Grau. O projeto é nomeado de Metrópole Educa.

Foi implantado uma ?tele-sala? no auditório da administração do Metrópole, onde serão ministradas as aulas do curso. O método que será utilizado é o Telecurso 2000 da Fundação Roberto Marinho/Fiesp. Todas as aulas serão aplicadas por professores do Sesi de São Bernardo. Haverá também uma supervisão educacional que acompanhará o desenvolvimento do projeto. Com a iniciativa do projeto, o Shopping já constatou o interesse de 30 alunos, para a primeira turma.

Além dessa ação, o Shopping Metrópole tem um papel importante na sociedade, no que diz respeito à responsabilidade social. Entre os projetos criados, estão o Balcão da Cidadania, espaço gratuito, onde instituições beneficentes do ABC demonstram e vendem produtos para arrecadarem fundos para sua própria instituição, e a Central de Cursos, que tem como objetivo oferecer uma opção a mais de entretenimento aos seus clientes, proporcionar uma nova opção de trabalho e ajudar entidades carentes, pois para participar, basta fazer a inscrição na administração do Shopping e levar 1 kg de alimento não perecível. Toda a arrecadação é destinada a uma instituição carente da região.

Matéria publicada no Repórter Diário

terça-feira, 28 de junho de 2011

Início do conteúdo Alunos brasileiros estão dez anos atrasados em inclusão digital

Metade dos estudantes brasileiros está "desconectado" e o País soma uma década de atraso em comparação aos alunos de escolas de países ricos no que se refere ao acesso à computadores e Internet. Se não bastasse, as escolas brasileiras estão entre as piores em termos de acesso de seus alunos à informática, o que pode já comprometer a formação de milhares de jovens.

Esse é o resultado do primeiro levantamento PISA feito para avaliar a relação entre os sistemas de ensino e a tecnologia. Segundo o documento, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a escolas brasileiras não estão equipadas e o País é o último numa lista de 38 sistemas de ensino avaliados quando o assunto é o número de computadores em escolas por alunos. O Brasil é ainda um dos países mais desiguais em termos de acesso aos computadores e a disparidade continua aumentando.

Apesar de os dados serem de 2009, os pesquisadores acreditam que eles revelam uma imagem da preparação de diferentes sistemas de ensino para enfrentar o século 21 e suas tecnologias. Ela mede o acesso ao computador de um estudante de 15 anos no mundo.

De um total de 65 países avaliados, apenas dez estão em uma situação pior que a do Brasil. Segundo o levantamento, alunos da Romênia, Rússia e Bulgária contam com mais acesso à tecnologia que os brasileiros.

Na média, 53% dos estudantes brasileiro de 15 anos tinham computadores em casa. Há dez anos, essa taxa era de apenas 23%. Apesar do avanço, os números são ainda muito inferiores à média dos países ricos. Na Europa, Estados Unidos e Japão, em média mais de 90% dos estudantes tem um computador em casa.

A taxa de 50% que o Brasil tem hoje é equivalente ao que a média da Europa tinha no ano 2000. O atraso, portanto, seria de dez anos.

Leia a reportagem na integra no Estadão

segunda-feira, 27 de junho de 2011

MEC divulga primeira chamada do ProUni

O Ministério da Educação divulgou na manhã desta segunda-feira o resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). O resultado pode ser conferido no site do ProUni. A segunda chamada será divulgada no dia12 de julho e a terceira chamada sai em 25 de julho.

Os aprovados deverão comparecer às instituições de ensino para as quais foram selecionados até o dia 6 de julho, a fim de comprovar as informações prestadas durante as inscrições. A lista dos documentos que precisam ser apresentados está disponível no site do programa.

As inscrições acabaram na última sexta-feira, 24.O ProUni distribui bolsas de estudo em instituições de educação superior privadas. Serão oferecidas bolsas integrais (100%) ou parciais (50% e 25%). Segundo o MEC, a oferta, de 92.107 bolsas — 46.970 integrais e 45.137 parciais, é um recorde na história do programa.

Para concorrer às bolsas, os candidatos deveriam de ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2010, ter atingido no mínimo 400 pontos na média das cinco notas do exame (ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias, e a redação) e ter nota superior a zero na redação.


Matéria publicada no Estadão

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Índio brasileiro usa a internet para defender o meio ambiente

Almir Surui, Labiway Esaga – o líder maior do povo Surui, foi selecionado pela Revista Fast Company para figurar a lista das 100 pessoas mais criativas no mundo dos negócios no ano de 2010. Além disso, ele foi o brasileiro que recebeu a melhor colocação, ficando na 53ª posição.

O índio conquistou essa colocação, após ter ido no escritório do Google nos Estados Unidos dizendo saber uma nnova maneira de usar a internet para preservar a mata onde vive a tribo.

Escute a história na CNN

Conhaça a revista FastCompany

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Metodista e Diário de Grande ABC fazem ações sociais em bairros da região

No dia 30 de abril, as atividades do projeto de ação social do “Diário do Grande ABC nos Bairros”, que conta com a participação da Universidade Metodista de São Paulo, aconteceram em São Bernardo do Campo, no colégio E.E. Profº Walter da Costa Barbosa, localizado no Jardim Atlântico. Confira o vídeo produzido por alunos da Faculdade de Comunicação da Metodista.

O projeto é promovido pelo jornal Diário do Grande ABC em parceria com as prefeituras das sete cidades da região e com patrocínio de instituições privadas, como a Metodista. O objetivo é prestar serviços básicos de assistência e inclusão social à população carente em regiões do ABC por meio de palestras e oficinas organizadas pelas faculdades da Universidade com o apoio de alunos voluntários.

Segundo a coordenadora do setor de eventos institucionais da Metodista, Isildinha Martins, a ação mistura atividades lúdicas com prestação à saúde pública.

Os alunos e funcionários voluntários auxiliam nas oficinas oferecidas e também nas atividades de apoio, como recepção e informações à comunidade. Os interessados em participar deverão preencher o formulário de inscrição.

O próximo evento será dia 14 de maio, na cidade de Ribeirão Pires. disponível no Portal da Metodista. Um ônibus levará as equipes até o local. O ponto de encontro será em frente à Biblioteca Central, no Campus Rudge Ramos, com saídas às 8h. Além de receber uma camiseta do projeto e um lanche, os voluntários obterão um certificado de participação equivalente às horas de monitoria/voluntariado.

DGABC nos BairrosPróxima
etapa: 14/05 – Sábado.
Onde: Ribeirão Pires (com saída da Biblioteca Central às 8h)

terça-feira, 3 de maio de 2011

MEC quer mudar isenção a faculdades por bolsas do ProUni

O MEC (Ministério da Educação) vai mudar as regras do ProUni (Programa Universidade para Todos) sobre a concessão de isenção fiscal às instituições participantes. A ideia é que o benefício recebido pelo estabelecimento de ensino seja proporcional ao número de bolsas preenchidas e não ao total ofertado, como ocorre hoje. A pasta ainda estuda o mecanismo mais efetivo para que a mudança seja efetivada.

Atualmente, pela lei que criou o programa, as faculdades recebem a isenção fiscal em troca da oferta de bolsas, independentemente de elas terem sido ocupadas ou não. O problema já foi apontado pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que calcula um total de R$ 104 milhões de isenções fiscais concedidas indevidamente via ProUni. Neste semestre, apesar do número recorde de inscritos, 4% das bolsas ficaram ociosas na primeira rodada de inscrições.

Além do problema no preenchimento das bolsas, o MEC vai investigar o caso de estudantes da Unipar (Universidade Paranaense) que não são de baixa renda, mas estudam na instituição com bolsa do ProUni, como mostrou reportagem veiculada na imprensa.

Para receber bolsa integral, o estudante deve ter renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. No caso do benefício parcial, o limite chega a três salários mínimos por membro da família. Outro pré-requisito é ter cursado todo o ensino médio em escola pública.

Leia a notícia na íntegra na Folha

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Governo de São Paulo lança programa para treinar cães-guias


Para aumentar o número de cães-guias disponíveis para cegos, o governo de São Paulo lançou, na semana passada, um programa para treinar mais cachorros.

O espaço, que será instalado na USP, terá capacidade para 92 animais. O programa é uma parceria com a faculdade de veterinária.

O Brasil tem hoje 1,2 milhão de cegos e cerca de 80 cães-guias, segundo a ONG Iris. O órgão, que comemorou ontem o Dia do Cão-Guia com uma ação no shopping Iguatemi (zona oeste de SP), tem uma fila de espera de quase 3.000 pessoas.

O analista de sistemas Gabriel Vicalvi, 25, aguarda há três anos por um animal treinado. Ele conta que um amigo chegou a pagar R$ 30 mil por um. A Iris, que não cobra pelos cães, diz que enfrenta dificuldades para treiná-los.

Segundo Thays Martinez, presidente da ONG, é difícil conseguir financiamento e o treinamento é longo -cerca de dois anos. Neste ano, o instituto pretende entregar quatro animais.

Com o cachorro, o cego tem maior facilidade em desviar de obstáculos como orelhões e lixeiras --mais difíceis de detectar com a bengala. Além disso, eles são treinados para encontrar cadeiras vazias no metrô ou escadas rolantes a partir de um comando do dono.

Para quem consegue o cão, a dificuldade é fazer com que ele seja aceito. "Já tive que mudar de casa, porque as pessoas acham que ele vai morder", diz a cantora lírica Liana Maria Conrado. Mas ela não abre mão do animal. "A bengala para mim é um estigma, aquela coisa do ceguinho coitadinho. O cão-guia muda sua vida."

Matéria publicada na Folha

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O poder do microcrédito

Não é preciso muito dinheiro para transformar a vida de uma pessoa, ou até de uma comunidade. Essa é a ideia por trás do microcrédito, termo cunhado nos anos 1970 por Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank, de Bangladesh, para designar o crédito concedido a pessoas de baixa renda, que não teriam acesso às formas tradicionais de financiamento. A ideia em si é antiga - os primeiros registros são de 1846, quando um pastor da Alemanha cedeu farinha para que as pessoas fabricassem pão e assim se livrassem das dívidas com agiotas. Mas foi com Yunus que a ideia ganhou corpo e passou a mudar a realidade de milhões de pessoas. Em 1976, ele começou a fazer empréstimos de pequeno valor para produtores rurais, no início, tirando o dinheiro do próprio bolso. Assim surgiu o Grameen Bank. Uma característica do sistema desenvolvido por ele é o sistema de grupo solidário, em que um conjunto de pessoas pega juntas o empréstimo e cada uma é fiadora das outras.

O agente de microcrédito também é importante: ele é quem irá até a casa das pessoas para conhecê-las e decidir se o crédito é liberado. Os agentes passam a conhecer bem e acabam ficando amigos das pessoas que solicitam os empréstimos. Essa relação mais próxima quebra a impessoalidade dos bancos normais e ajuda a fazer o sistema dar certo: no Grameen Bank, a taxa de pagamento dos empréstimos beira os 99%. No Brasil, um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas com 175 empreendedores de Heliópolis mostrou que os que tinham recebido microcrédito tiveram suas vendas aumentadas em 60%.

Leia a reportagem na íntegra no Planeta Sustentável

segunda-feira, 4 de abril de 2011

'Só não estuda quem não quer', diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff informou nesta segunda-feira, 4, que 34 mil alunos contrataram financiamento estudantil do governo desde 31 de janeiro e outros 29 mil processos estão sob análise. Ao comentar as novas regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), Dilma disse, em seu programa de rádio Café com a Presidenta, que "só não estuda quem não quer".

Os números, porém, foram avaliados como baixos pela presidente. Dilma lembrou da taxa de juros cobrada atualmente no Fies - 3,4% - e que o prazo para início do pagamento foi estendido para um ano e meio após a formatura. O montante pode ser pago em um período que represente três vezes a duração do curso, mais 12 meses.


De acordo com as novas regras do Fies, não há mais um período limitado para pedir o financiamento estudantil.


As inscrições para o programa podem ser feitas a qualquer momento, de acordo com a necessidade do aluno.


Materia publicada no Estadão

segunda-feira, 21 de março de 2011

Universidade Metodista de São Paulo se classifica para o Projeto Rondon

A Universidade Metodista de São Paulo está classificada para o Projeto Rondon em duas operações: Peixe-Boi e Tuiuiú. A divulgação das universidades que conquistaram as vagas aconteceu no sábado no próprio site do Projeto Rondon.

“Para próxima etapa escolheremos os alunos e os projetos desenvolvidos por eles. Outro ponto é que do dia 3 ao dia 9 de abril os coordenadores dos projetos nas universidades vão fazer uma viagem percussora para conhecer a realidade das cidades”, explicou o professor coordenador do Projeto Rondon na Metodista, Victor Bigoli.

A Operação Tuiuiú, que será feita na cidade Porto Esperidião, no Mato Grosso, a Universidade implantará atividades voltadas para saúde, direitos humanos e justiça, educação e cultura.

Já na Operação Peixe-Boi será desenvolvida em Presidente Figueiredo, no Amazonas, a Metodista desenvolverá o plano de ação denominado pelo Ministério da Defesa como Ação B. Isto é, a Universidade será responsável por trabalhos que visem à sustentabilidade, tecnologia, empreendedorismo e meio ambiente.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Seja um voluntário contador de histórias

A Associação Viva e Deixe Viver está aceitando inscrições para novos voluntários desde o dia 4 de fevereiro.

As pessoas devem ter disponibilidade para, depois de treinadas (em oficinas específicas), trabalhar no mínimo duas horas por semana em hospitais, contando histórias. O objetivo da associação é levar um pouco de alegria, imaginação e sonho para as crianças ali internadas; os voluntários não podem buscar colocação profissional nos hospitais parceiros da Associação Viva e Deixe Viver.

Para fazer sua inscrição e saber mais detalhes, clique aqui.

O Viva
A Associação Viva e Deixe Viver é uma OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, que treina e capacita voluntários para se tornarem contadores de histórias em hospitais para crianças e adolescentes internados em nove mercados do país.

Os principais recursos da Associação Viva e Deixe Viver atualmente são a leitura de obras infantis, as brincadeiras, a criatividade e o bom humor de seus voluntários.

Através de atividades culturais que estimulam o desenvolvimento das aptidões dessas crianças, a Associação contribui para a humanização dos serviços a elas destinados, integrando no seu cotidiano as condições sensíveis de comunicação e interação com a realidade externa.

Para realizar seu objetivo, a Associação Viva e Deixe Viver recebe como doação pelo menos duas horas semanais de seus voluntários que contam ou fazem histórias. Sim, porque para existir o contador de histórias é necessário que existam aqueles que dão suporte, divulgando, treinando, auxiliando e desenvolvendo nossa Associação.

Missão
Fomentar a Educação e Cultura na Saúde através da leitura e do brincar, visando transformar a internação hospitalar de crianças e adolescentes em um momento mais alegre, agradável e terapêutico, contribuindo positivamente para o bem estar de seus familiares e equipe multidisciplinar.

Causa
Contribuir para a humanização da sociedade, fortalecendo valores e princípios éticos essenciais entre os sujeitos que produzem saúde.

Visão
Ser reconhecido como uma OSCIP que desenvolve cidadãos para o cumprimento do trabalho voluntário de maneira consciente, comprometida e constante. Ser referência em Educação e Cultura por meio da promoção de atividades de ensino continuado.

Princípios
Atuamos com ética. Trabalhamos em equipes integradas e com respeito à individualidade. Não discriminamos raça, cor, credo, religião, partidos políticos, orientação sexual e poder aquisitivo. Não permitimos a utilização institucional político-partidária da nossa Associação. Acreditamos e incentivamos a capacitação constante de cada indivíduo.

Notícia publicada no CBL

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Retorno às origens por meio da história e da cultura

Na tentativa de estabelecer um diálogo entre o passado e o presente dos estudantes e de integrar sua cultura com a da escola, Maíra iniciou em 2007 uma pesquisa e intervenção com uma turma de 30 alunos da sétima série de uma escola pública na Favela Real Parque, em São Paulo

Tal como ocorre em muitas escolas do ensino fundamental e médio no Brasil, às vésperas do Dia do Índio – celebrado em 19 de abril – os alunos de um colégio público situado na favela Real Parque, no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo, costumam preparar cartazes alusivos à data comemorativa que são espalhados pelas salas de aula.

Mas, ao observar os desenhos e imagens que ilustram os trabalhos escolares durante seu trabalho de mestrado, defendido em agosto de 2010 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), a psicanalista Maíra Soares Ferreira não encontrou nenhuma referência à etnia afro-indígena Pankararu, originária do sertão pernambucano, da qual muitos dos estudantes no colégio são descendentes.

“Apesar de a história da comunidade na qual a escola está situada ser conhecida, ela não estava integrada à cultura escolar. Havia uma tendência de negar as heranças afro-indígenas e nordestinas dos alunos”, disse Maíra à Agência FAPESP.

Na tentativa de estabelecer um diálogo entre o passado e o presente dos estudantes e de integrar sua cultura com a da escola, Maíra iniciou em 2007 uma pesquisa e intervenção com uma turma de 30 alunos da sétima série do colégio público paulista.

O estudo resultou em um método de ensino da cultura e história afro-indígena que pode auxiliar os educadores a abordar esse assunto em sala de aula, conforme determina uma nova lei. Sancionada em março de 2008, a Lei nº 11.465/08 tornou obrigatório o ensino sobre a história e a cultura afro-indígena em todos os estabelecimentos de ensino fundamental e médio, das redes pública e particular, no país. Mas deixou a cargo dos educadores desenvolverem suas próprias metodologias de ensino para isso.

“A lei é muito importante. Porém, é preciso utilizar métodos didáticos que partam da própria história da comunidade onde a escola está inserida para ensinar a história e a cultura afro-indígena. Afinal, toda escola pública no Brasil tem sua comunidade afro-indígena”, disse Maíra.

Leia na íntegra no Planeta Sustentável

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

TV Unimep mostra a cidade de Piracicaba com outros olhos

A Universidade Metodista de Piracicaba está divulgado três trabalhos sociais que acontecem na cidade por meio de vídeos produzidos pela TV Unimep. O projeto Barco Escola da Natureza; Vira Lata, Vira Vida e Plantando Sonhos.

As atividades têm em comum o incentivo de estudar e melhorar a cidade do interior paulista, sendo por meio de uma análise ambiental, por trabalho voluntário com os animais abandonados ou pela expressão artística teatral. Conheça um pouco mais atividades e veja os vídeos.

Projeto Barco Escola da Natureza

O projeto visa promover a educação ambiental de forma dinâmica e criativa por meio do acesso à teoria e interações com o meio ambiente.

Os estudantes e educadores de escola públicas, municipais e particulares do município de Americana e região são os beneficiados com o projeto.

Todas as atividades são desenvolvidas no período de 3 horas e tem como objetivo atender cerca de 13 mil alunos por ano.
Entenda mais sobre o Projeto Barco Escola da Natureza assistindo ao vídeo produzido pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep):
http://www.youtube.com/watch?v=mnt1MfS8XXs

ONG Vira Lata, Vira Vida

Em 2009, Piracicaba se deparou com um abrigo particular com mais de 500 animais ameaçados de morrer por causa de doença e principalmente pela fome. Neste cenário surgiu a ONG Vira Lata, Vira Vida.

Formada pelos voluntários que se envolveram na causa do abrigo e que, organizados, vem desenvolvendo atividades no local. A ONG tem por objetivo manter o abrigo e suprir a alimentação e dar condições de saúde e bem-estar aos animais por meio do trabalho voluntário, a educação e a formações de novos protetores.

Conheça a história a história do Vira Lata, Vira Vida assistindo ao vídeo produzido pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep):
http://www.youtube.com/watch?v=Qa45SxAmtnA

Projeto Plantando Sonhos

A iniciativa nasceu de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação de Piracicaba e o Grupo Andaime de Teatro da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).

“Plantando Sonhos” realiza produções teatrais a partir de uma aproximação lúdica com a memória da comunidade onde a escola está inserida, como uma forma de revelar os conteúdos históricos, sociais e culturais.

Conheça mais sobre o projeto assistindo o vídeo produzido pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep): http://www.youtube.com/watch?v=t60FhY8jCu8

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ministro promete banda larga popular em 4 anos

A internet de alta velocidade deve estar disponível para a grande maioria da população em, no máximo, quatro anos, garante o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo ele, o governo federal deverá definir, nos próximos cinco meses, os detalhes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que estabelece as diretrizes para a massificação do acesso à banda larga no país.

“Vamos começar este ano a oferta de serviços em condições mais adequadas, tanto do ponto de vista técnico como de preço”, disse o ministro, em entrevista ao programa 3 a 1, da TV Brasil, que vai ao ar hoje, às 22h. O programa, ancorado pelo jornalista Luiz Carlos Azedo, teve a participação dos jornalistas Samuel Possebon, da revista Teletime, e Elvira Lobato, do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo o ministro, será preciso um grande esforço conjunto dos governos estaduais e federal e da iniciativa privada para baratear o preço do serviço. “Nos últimos anos, a compra de computadores no Brasil foi facilitada, mas acesso à internet ainda é caro e muito restrito”, avaliou.

Paulo Bernardo anunciou que determinou à nova diretoria dos Correios que prepare uma nova licitação para o serviço de Banco Postal, cujos atuais contratos terminam em novembro.

Em relação aos contratos com as 1,4 mil agências franqueadas, que venceram e foram prorrogados até junho, ele disse que o governo pode retomar os serviços concedidos caso a licitação de novos contratos fracasse. “As franquias são uma coisa boa, e devem continuar. Mas, se a licitação não der certo, não vamos ficar prorrogando, vamos tomar conta do serviço”.

O ministro disse ainda que o governo poderá buscar alternativas para baratear ou acabar com a assinatura básica da telefonia fixa. Segundo ele, os valores cobrados atualmente são altos, mas a assinatura básica está prevista em contrato e qualquer alteração deve ser negociada com as operadoras.

Noticia publicada no InfoExame

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O verde e amarelo da solidariedade

Empresários anônimos comemoram 11 anos de doações para famílias carentes

A cidade de Itapira comemora 11 anos de solidariedade com os Noéis Anônimos, nome da ação promovida por empresários, que sem se identificar representam seus agradecimentos nos negócios ajudando a sociedade. Às vésperas do Natal, este ano no dia 18 de Dezembro, Papais Noéis com a roupa nos tons verde e amarelo, mascarados, para não serem identificados, e representando nossa bandeira brasileira, caminham até a Praça Bernardino de Campos para proporcionar à comunidade carente uma ceia e espalhar a alegria do espírito natalino.

A idéia partiu de um empreendedor que, em 2000, agradecia a boa fase em sua vida. Com mais sete companheiros reuniram mais de 1.300 cestas de natal e presentes para aqueles que não podiam ter um natal digno. Não demorou muito e, no ano seguinte, o projeto se estendeu com 20 participantes, no terceiro 40, no quarto com 53, no quinto com 64 pessoas e atualmente, são mais de 100 colaboradores entre empresários e profissionais liberais.

Juntamente com entidades sociais, igrejas e o departamento de promoção social, as pessoas cadastradas na lista de famílias carentes da cidade recebem todos os anos os presentes dos Noiés Anônimos, e se divertem com as ações do evento no dia da entrega. Os benfeitores visitam asilos e creches, passeiam de trio elétrico e carreta para distribuir doces, sorvetes e convidando a população para participar das atrações da festa.

Este ano não será diferente. A Praça Bernardino de Campos vai brilhar a partir das 12h30 com brinquedos e bolas. O espaço conta com dois balões pula-pula, quatro camas elásticas, um tobogã inflável, uma piscina de bolinhas, dois carrinhos de pipoca e algodão doce, monitores de maquiagem e para criação em bexigas. O dia começa com a chegada dos Noéis e uma bateria de fogos, onde serão distribuídos para crianças e famílias carentes, 1.300 cestas de natal, mais de 2 mil brinquedos, 2 mil bolas, cerca de 5 mil sorvetes e ½ tonelada de balas.

A sociedade pretende aumentar ainda mais o número de colaboradores e cidades a participarem da ação. A expectativa dos envolvidos é que este projeto se espalhe pelo Brasil inteiro para que a alta performance anual das empresas não fique somente nos indicadores, mas também, que seja comemorada com a ajuda de famílias carentes, dando um Natal feliz e com mais esperança ao Ano Novo que começa.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Plano nacional consolida cultura da qualidade na educação, diz Haddad

Lula assinou projeto do PNE 2011-2020, que será enviado ao Congresso. Plano estabelece 10 diretrizes e 20 metas de aprimoramento do ensino

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (15) que o Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020, enviado ao Congresso pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “consolida a cultura da qualidade” na gestão da educação no país.

“O grande diferencial do plano é que ele consolida a cultura da qualidade. Ele não é um plano que mira quantidade, é um plano que mira quantidade e qualidade”, afirmou Haddad. “As metas têm que ser lidas em voz alta pela sociedade nos próximos anos", disse.

Segundo o Ministério da Educação, o projeto do novo PNE prevê dez diretrizes e 20 metas com estratégias específicas para concretização na sociedade. Haddad listou algumas das metas.

“O salário dos professores, em média, não pode continuar inferior ao salário das demais categorias profissionais. O diretor de escola não pode ser escolhido por critérios políticos”, exemplificou Haddad.

Leia na íntegra no Portal G1

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Instituições promovem ações solidárias de Natal

Organizações arrecadam fundos e incentivam a solidariedade

Todo fim de ano, instituições filantrópicas preparam ações solidárias para o Natal. Além de ser uma oportunidade para arrecadar fundos, é uma maneira de incentivar a solidariedade e ajudar aqueles que não têm condições financeiras de preparar a ceia ou comprar presentes. Em São Bernardo não poderia ser diferente.

A Instituição Assistencial Meimei, localizada na Paulicéia, é uma entidade sem fins lucrativos que atende crianças e jovens. Para o Natal deste ano, foram confeccionadas 516 “sacolinhas”, que são kits contendo peças de roupa, calçados, produtos de higiene pessoal e brinquedos. De acordo com Denise de Lorena Afonso, responsável pelo desenvolvimento institucional da Meimei, é preparada uma lista com nomes de crianças com idade entre 0 e 14 anos, que fica disponível para quem quiser colaborar. Depois de recolhidas, as doações são organizadas por um grupo de 20 voluntárias.

Para Maria Aparecida Pereira, voluntária há 34 anos, fazer parte de uma ação social é muito gratificante. “As crianças são muito carentes e são uma paixão da gente. Nós trabalhamos para elas, só para elas. Qualquer coisa, por mais simples, que você fizer, elas agradecem muito.” Já para a voluntária Maria Esmeralda Martins, a satisfação é recíproca. “A gente vê a alegria nos olhos dos pequenos e ficamos felizes também.”As sacolinhas da Meimei serão entregues nos dias 17 e 18 de dezembro em uma confraternização para 1.066 pessoas, para os pais e as crianças. Além disso, vão ser distribuídas cestas com mantimentos.

A faxineira Maria do Socorro Vieira Santos é mãe de três filhos que estão cadastrados nos programas da instituição. “Nem sempre tenho condições de comprar um presente para eles. Neste ano, consegui comprar roupas para eles irem arrumados na festa”, disse. Para ela, o trabalho realizado pelas voluntárias é muito importante. “Você vê que eles têm carinho, capricho pelas coisas que estão fazendo. Eu não tenho palavras para agradecer as pessoas que fazem isso pela gente, pelos nossos filhos que nem conhecem”, completou.

Leia a matéria na íntegra RROnline

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Combate ao Bullying: uma questão de justiça

O Conselho Nacional de Justiça está lançando a cartilha 'Bullying' para ajudar pais e educadores a identificar, prevenir e erradicar esse terrível fenomeno social nas suas comunidades e escolas. O material está disponível gratuitamente na internet.

A cartilha contém 15 tópicos que tratam desde a definição do bullying e suas manifestações, até como os pais e educadores podem lidar com os casos. Um dos temas ajuda a identificar se a criança está sofrendo o assédio a partir de seu comportamento em casa e na escola.

A publicação é de autoria da médica psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, que também escreveu o livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas” sobre o mesmo tema.

Para baixar a cartilha em pdf clique aqui

Fonte: Rest

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Consciência Negra

Há 315 anos, em 20-11-1695, morreu Zumbi dos Palmares. O Dia da Consciência Negra é de reflexão sobre a trajetória das pessoas afrodescendentes, suas origens, a riqueza e diversidade de sua cultura (parte fundamentalmente integrante da cultura brasileira), e sobretudo sua luta pela igualdade.

O Brasil celebra, comemora, protesta e entra definitivamente na sua conscientização negroide. Esse fato venceu as teses morenistas, que pregavam que seríamos uma nação atrasada por causa da nossa herança africana ou porque uma possível ascendência negra iria nos envergonhar.

Todo esse repertório falacioso perdeu força e caiu no desgosto da população, apesar de se passarem tantos anos de exclusão étnica. Hoje, a consciência negra, que virou uma agenda pública mensal, significa o reconhecimento dessa importante herança negra para o sucesso societário brasileiro.

As ações afirmativas, dela oriundas, são a aplicação prática dos preceitos que estão na Constituição Federal, na ideologia e no ethos do nosso povo. Mesmo que com um reconhecido atraso na disponibilização de ferramentas para superar as diferenças entre brancos e negros ( incluindo os próprios “morenos”, os pretos e os pardos), o Brasil está na rota certa para avançar na construção da democracia racial, que pode tornar-se realmente um fato.

Leia o artigo na integra: RETS

terça-feira, 30 de março de 2010

Bullying contra alunos com deficiência

A violência moral e física contra estudantes com necessidades especiais é uma realidade velada. Saiba o que fazer para reverter essa situação

Um ou mais alunos xingam, agridem fisicamente ou isolam um colega, além de colocar apelidos grosseiros. Esse tipo de perseguição intencional definitivamente não pode ser encarado só como uma brincadeira natural da faixa etária ou como algo banal, a ser ignorado pelo professor. É muito mais sério do que parece. Trata-se de bullying. A situação se torna ainda mais grave quando o alvo é uma criança ou um jovem com algum tipo de deficiência - que nem sempre têm habilidade física ou emocional para lidar com as agressões.


Tais atitudes costumam ser impulsionadas pela falta de conhecimento sobre as deficiências, sejam elas físicas ou intelectuais, e, em boa parte, pelo preconceito trazido de casa. Em pesquisa recente sobre o tema, realizada com 18 mil estudantes, professores, funcionários e pais, em 501 escolas em todo o Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) constatou que 96,5% dos entrevistados admitem o preconceito contra pessoas com deficiência. Colocar em prática ações pedagógicas inclusivas para reverter essa estatística e minar comportamentos violentos e intolerantes é responsabilidade de toda a escola.


Leia essa matéria na íntegra


Fonte: Nova Escola