Mostrando postagens com marcador sustentabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sustentabilidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Após ganhar o Brasileirão, Corinthians planta 3 mil árvores

Depois de muita comemoração com o título, o Corinthians agora coloca em prática o ProjetoJogando pelo Meio Ambiente, idealizado pelo Banco Cruzeiro do Sul, que também tem parceria com o Palmeiras.

Desde 2010, o projeto planta árvores de acordo com o desempenho dos times e resultados dos jogos. A cada gol e jogo que um deles participa, 100 mudas são plantadas. Cada pênalti defendido acrescenta 200 mudas. Agora, 3 mil árvores serão plantadas pela conquista do Campeonato Brasileiro, como parte da ação “Campeão do Meio Ambiente”.

Este ano, o local do plantio é o município de Sarapuí, em SP, com espécies nativas da mata atlântica como Ipê roxo, amarelo e Jatobá. Quem cuida das mudas é o Instituto Ecoar, que trabalha com programas de educação ambiental. O projeto também inclui a distribuição de materiais relacionados ao tema aos torcedores, com informações sobre meio ambiente.

Depois deste fim de semana, as duas equipes subiram no placar com 41.000 árvores. E você, acha que a ação também merece comemoração?

(Imagem: Reprodução/Jogando pelo Meio Ambiente)


Matéria publicada na Super Interessante

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A luz vai ficar smart

No final de 2012 ou no início de 2013, começam a ser instaladas as redes inteligentes, que permitirão a cobrança diferenciada de tarifas


Se tudo ocorrer conforme o cronograma traçado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as smart grids, ou redes inteligentes, devem começar a ser implantadas no país entre o final de 2012 e o início de 2013. O processo deve se iniciar com a troca dos medidores eletromecânicos atuais por modelos eletrônicos, que vão facilitar o controle do consumo tanto pelos clientes quanto pelas empresas distribuidoras de energia. Os novos equipamentos permitirão que o consumidor saiba, em tempo real, quanto está gastando de energia. A ideia é que a substituição dos medidores venha acompanhada pela adoção de tarifas diferenciadas por horário para clientes residenciais. Com a cobrança de tarifas mais caras no período de maior consumo, os clientes serão incentivados a gastar menos energia no horário de pico - o consumidor poderá, por exemplo, programar a lavadora de roupas para funcionar de madrugada ou reduzir a potência do ar-condicionado nos horários em que a energia for mais cara.


A Aneel pretende regulamentar o uso dos novos medidores eletrônicos nos próximos meses. O Brasil possui atualmente 67 milhões de medidores de energia, que deverão ser substituídos num prazo de até dez anos, dependendo do ritmo de implantação das redes inteligentes pelas distribuidoras. O custo de cada novo medidor é estimado em cerca de 200 reais, o que significa um investimento de mais de 13 bilhões de reais para a troca de todos os equipamentos. Ainda não está definido quem vai pagar essa conta. A intenção da Aneel é que as distribuidoras de energia realizem a troca sem repassar os custos ao consumidor, uma vez que as empresas terão, de acordo com a agência, enormes ganhos de eficiência - poderão monitorar o consumo mais facilmente, detectar os desvios de energia (os gatos) e realizar cortes sem necessidade de enviar um funcionário até a residência.

Noticia publicada no Planeta Sustentável

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Limpa Brasil lança campanha Eu Sou Catador

O movimento Limpa Brasil - Let’s Do It!, que organiza mutirões nas cidades brasileiras para recolher o lixo jogado indevidamente nas ruas, acaba de lançar uma nova campanha, a Eu Sou Catador, para sensibilizar cada vez mais cidadãos para o problema dos resíduos sólidos no Brasil (leia também: Produção de lixo cresce seis vezes mais do que população).

A ação pretende alertar a população sobre a importância de todos nós sermos catadores e recolhermos o lixo das ruas, sempre que pudermos. A campanha pede, ainda, que os cidadãos descartem de forma correta os resíduos que produzem e, assim, contribuam para que a quantidade de lixo que precisa ser recolhido nas ruas diminua cada vez mais.

A intenção é que o ato de limpar as ruas se torne um hábito em todo o país e não dependa, apenas, dos mutirões organizados pelo Limpa Brasil. O movimento já promoveu ação no Rio de Janeiro e está organizando um mutirão em Brasília, que acontecerá no próximo domingo, 21/8 (veja como participar aqui). Até o final do ano, o Limpa Brasil ainda pretende realizar ações em outras cinco cidades do país: São Paulo, Guarulhos, Campinas, Goiânia e Belo Horizonte.

Para dar maior visibilidade à campanha Eu Sou Catador, o movimento ainda lançou na internet três vídeos (abaixo) sobre a ação, que conta com a participação de voluntários do Limpa Brasil e, também, de celebridades - como os músicos Chico Buarque, Milton Nascimento e Seu Jorge, a atriz Marília Pêra, as apresentadoras Marina Person e Didi Wagner e o catador de material reciclável e protagonista do documentário Lixo Extraordinário, Tião Santos (leia também: O Extraordinário Tião Santos).

Matéria publicada no Planeta Sustentável

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mata Atlântica perdeu 312 km² de 2008 a 2010, diz Inpe

Mata Atlântica perdeu 31.195 hectares com desflorestamento entre 2008 e 2010, de acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Fundação SOS A Mata Atlântica. A área desmatada soma 311,95 quilômetros quadrados, o equivalente quase ao tamanho de Belo Horizonte (330 quilômetros quadrados). Segundo o levantamento, esse resultado apresenta uma diminuição de 55% na taxa média anual de desmatamento, comparado com o período anterior analisado, de 2005 a 2008.

De acordo com Márcia Hirota, diretora de gestão do conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do levantamento, a diminuição no ritmo do desmate pode ser explicado pelo avanço da legislação, com a lei L1.428, homologada em 2008, que define o conceito e a incidência de Mata Atlântica e regulamenta sua exploração. "A queda também pode ser atribuída ao trabalho dos órgãos de fiscalização e pela maior consciência da população", disse ela.

O Estado que mais sofreu com o desmatamento da Mata Atlântica foi Minas Gerais, que perdeu 12.467 hectares no período de 2008 a 2010, o equivalente a 39,9% do total. Em seguida estão a Bahia, com 7.725 hectares, Santa Catarina, com 3.701 hectares, e o Paraná, com 3.248 hectares.


Leia a matéria na integra o UOL

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Uma liderança ameaçada

Sem uma política ampla de estímulo à inovação, o Brasil pode perder sua posição de destaque na agricultura e na energia.

A notoriedade desfrutada pela questão ambiental no segundo turno da campanha presidencial foi efêmera e exauriu-se em compromissos pontuais, como a revisão do Código Florestal e a hidrelétrica de Belo Monte. São assuntos relevantes, sem dúvida, mas, tratados de forma desconectada, evidenciam uma percepção rasteira dos temas socioambientais, que cada vez mais são indutores-chave de inovação na economia global.

O Brasil participa do comércio internacional com uma pauta intensiva em recursos naturais, na qual as commodities agrícolas desempenham papel relevante. Sendo que a produtividade no campo depende, entre outros recursos, de serviços ambientais providos pelo meio ambiente, não faz sentido tratar em separado a necessidade de incentivo a pesquisa e desenvolvimento, bem como à inovação na agroindústria, uma área de notória excelência do país, do esforço que deve ser feito para tornar viável o manejo sustentável de áreas nativas e plantadas e do desenvolvimento de mecanismos econômicos que remunerem os proprietários de terras que também atuam no negócio da conservação. São duas faces da mesma moeda, a que garante a competitividade do país na agroindústria.

Na questão energética, o Brasil mais tem se vangloriado de decisões passadas que privilegiaram a exploração do potencial hidrelétrico e a produção de combustíveis de cana-de-açúcar do que tem mirado o futuro. Hoje, 45% da oferta total de energia do país vem de recursos renováveis. Mas tal posição de destaque tende cada vez mais a ser ameaçada por nações desenvolvidas, que, além de investir em energias alternativas, como a eólica onshore e a solar fotovoltaica, destinam recursos para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias ainda em amadurecimento, como a eólica offshore, a geotérmica, o etanol de segunda geração e o biodiesel de algas. Ao fazer tais opções, esses países alcançam maior segurança energética, consolidam competências no setor produtivo e tornam-se mais capazes de explorar outras oportunidades que as energias renováveis oferecem: geração de empregos, exportação de tecnologias, máquinas e equipamentos e a possibilidade de levar eletricidade a áreas isoladas.

A compreensão dissociada entre o papel das políticas pró-inovação e o das ambientais, no Brasil, ajuda a explicar a pouca prioridade dada a pesquisa e desenvolvimento em uso de biodiversidade ou em energias eólica e solar, nas quais o país apresenta amplo potencial a ser explorado tanto interna quanto externamente. São raros no Brasil, infelizmente, exemplos em que a cadeia de oportunidades que deriva da inovação seja aproveitada, como no caso da cadeia alcoolquímica, setor no qual o país pretende responder por 50% da oferta global de produtos em 2020.

Leia a reportagem na integra no Planeta Sustentavel

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Estudante da Metodista vence concursos culturais promovidos pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo


O estudante do curso de Ciências Biológicas e estagiário do Núcleo e Agência Ambiental da Metodista, Luiz Felipe da Cunha Chacon venceu um concurso cultural que tinha como tema sacolas retornáveis, promovido pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

“A intenção do concurso foi promover uma reflexão sobre o tema e contribuir para a conscientização da importância das atitudes sustentáveis”, contou Luiz Felipe.

A inspiração das palavras sobre o uso de sacolas retornáveis veio por meio do Protocolo de Intenções entre a Secretaria do Meio Ambiente e a Associação Paulista de Supermercados, que prevê o fim do uso das sacolas plásticas descartáveis derivadas de petróleo.

A premiação aconteceu no dia 28 de junho, e o prêmio foi um kit contendo 5 Ecobags (sacolas retornáveis usadas em uma campanha na São Paulo Fashion Week 2011), contendo dentro alguns livros da Secretaria do Meio Ambiente.

As palavras escritas por Luiz Chacon que garantiram a vitória no Concurso foram:

Não passe sem ver,
Não deixe de olhar.
É preciso viver,
Não deixar a vida acabar.

Observe o Meio Ambiente,
Tome uma iniciativa.

Leve sempre a Sustentabilidade,
Em sua Embalagem Alternativa.

Você pode agir no presente e fazer o futuro!

Esta não é a primeira vez que Chacon vence um concurso do tipo. No dia 22 de março, dia de comemoração do Dia Mundial da Água, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo promoveu um concurso cultural sobre o tema, visando uma reflexão sobre a importância da água. O estudante de Ciências Biológica foi o vencedor, recebendo três livro sobre o tema.

“Nas duas premiações resolvi participar para contribuir de maneira positiva para a reflexão do tema, bem como contribuir para a conscientização e educação para Sustentabilidade e outras questões ambientais. Acho importante nos dias atuais (e tem a ver com os temas) a palavra Sustentabilidade”

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Índio brasileiro usa a internet para defender o meio ambiente

Almir Surui, Labiway Esaga – o líder maior do povo Surui, foi selecionado pela Revista Fast Company para figurar a lista das 100 pessoas mais criativas no mundo dos negócios no ano de 2010. Além disso, ele foi o brasileiro que recebeu a melhor colocação, ficando na 53ª posição.

O índio conquistou essa colocação, após ter ido no escritório do Google nos Estados Unidos dizendo saber uma nnova maneira de usar a internet para preservar a mata onde vive a tribo.

Escute a história na CNN

Conhaça a revista FastCompany

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Em sua 29ª edição, Prêmio ECO 2011 reconhece estratégias, lideranças e ações de sustentabilidade empresarial

Estão abertas as inscrições para o Prêmio ECO 2011. As iniciativas podem ser inscritas no site até dia 8/8. Neste ano, o prêmio oferece duas modalidades: Estratégia, Liderança, Inovação e Sustentabilidade (Elis), que se relaciona a modelos de negócios e estratégias amplas da empresa alinhadas com o tema, e práticas de sustentabilidade, subdividida nas categorias sustentabilidade em produtos e/ ou serviços e sustentabilidade em processos.

Quatro companhias serão reconhecidas na modalidade Elis, sendo duas de grande porte e outras duas pequenas e médias. Em cada uma das duas categorias da modalidade práticas de sustentabilidade serão homenageadas duas companhias grandes e outras duas pequenas e médias.

Os jurados farão a avaliação dos projetos inscritos entre setembro e novembro. A cerimônia de entrega dos 12 troféus está prevista para o início de dezembro.
Essa iniciativa foi lançada pela Câmara Americana de Comércio, em 1982. Considerado um dos primeiros a reconhecer as ações de empresas socialmente responsáveis, o Prêmio ECO promove reflexão sobre o movimento de desenvolvimento sustentável no País. A premiação já mobilizou 1.912 companhias brasileiras e multinacionais, responsáveis pela inscrição de 2.373 projetos, 201 deles condecorados.

Matéria publicada no Portal Setor 3

quinta-feira, 9 de junho de 2011

São Bernardo promove cursos gratuitos sobre ambiente

A Secretaria de Gestão Ambiental de São Bernardo está com inscrições abertas para o curso gratuito de Formação de Agente Socioambiental Voluntário. Esta é a 9ª edição do curso, que já formou 230 agentes. As aulas serão ministradas na Eco Escola, localizada no Parque Estoril, no Riacho Grande.

Segundo Edivaldo Elias Rotondaro, biólogo e coordenador da Eco Escola, o objetivo do espaço é ensinar os frequentadores sobre o ambiente para que transmitam conhecimento para a comunidade.

“Nós promovemos cursos de orquídeas, compostagem e, recentemente, fizemos uma semana sobre o tráfico de animais, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente”, contou.

O curso deste mês tem duração de quatro dias e formará 35 agentes. As inscrições vão até esta sexta-feira (10). As aulas têm início no dia 15.

Os alunos terão 30 horas de aula por dia e vão realizar diversas atividades. “Em um dia, irão a Paranapiacaba, por exemplo. Em outro período eles fazem atividades no zoológico”, explicou o coordenador.

Rotondaro disse ainda que a instituição pretende criar o Núcleo de Pesquisas Socioambientais. “Nós queremos trazer faculdades para realizar trabalhos de conclusão de curso aqui. Em breve, também lançaremos um edital para contratar estagiários de cursos que envolvam o ambiente.”

Para se inscrever, é necessário comparecer à Secretaria de Gestão Ambiental, localizada na Rua Jacquey, nº 61, 1º andar, no Rudge Ramos, ou enviar e-mail para eco.escola@saobernardo.sp.gov.br.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4367-6371.

Materia publicada no RROnline

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sacolas plásticas na mira

Calcula-se que 14 bilhões de sacolinhas sejam distribuídas nos estabelecimentos comerciais do país a cada ano - para então serem descartadas pelos fregueses e se transformarem em um dos mais danosos elementos da poluição ambiental

Antiecológicas da matéria-prima ao processo de produção, elas levam ainda centenas de anos para se degradar. Criam montanhas nos aterros sanitários, entopem córregos e transformam mares em lixões. Por isso, várias cidades estão abrindo guerra contra as sacolas plásticas e criando leis que limitam ou proíbem seu uso no comércio. No início de 2012, deve ser a vez de São Paulo, com regras que prometem mudar a rotina dos consumidores. Os detalhes da regulamentação serão definidos nos próximos meses. Mas, por enquanto, além de banir a venda e a distribuição dessas pestes, o texto da lei proíbe que fabricantes imprimam nelas frases sobre supostas vantagens ecológicas.

Isso porque existem embalagens feitas de materiais renováveis, como cana-de-açúcar e milho, que seriam, assim, mais sustentáveis. Mas ainda há informação escondida nas entrelinhas. "Matéria-prima renovável não é garantia de um produto biodegradável", explica o engenheiro químico Helio Wiebeck, da Universidade de São Paulo. Entenda a polêmica, e como ela vai afetar seu dia a dia.

SACOLAS PLÁSTICAS PODEM SER ECOLÓGICAS?

Em algumas regiões do país, as embalagens convencionais foram substituídas por sacolas feitas com plástico que causaria menor impacto ambiental:

Polietileno verde

O que é: desenvolvido com derivado da cana-de-açúcar, matéria-prima 100% renovável
Na verdade... embora a planta tenha a vantagem de captar gás carbônico - ao contrário do que acontece quando se extrai o petróleo -, o plástico não é biodegradável, ou seja, pode permanecer intacto na natureza por séculos

Plástico biodegradável

O que é: em geral, o produto é feito à base de amido de milho ou outro material renovável
Na verdade... embora seja de fato biodegradável (ele se decompõe em até 180 dias por ação de microrganismos, sem resultar em resíduos químicos nocivos), requer condições muito específicas de umidade e concentração de oxigênio para se decompor. Nos aterros, o que acontece é a liberação de gás metano, ligado ao efeito estufa

Oxibiodegradável
O que é: feito de derivados do petróleo, esse plástico leva em sua composição um aditivo químico que teria a função de acelerar a degradação da embalagem
Na verdade... o aditivo serve apenas para fragmentar a molécula plástica, mas não evita que o processo deixe resíduos. Dispersas, as micropartículas podem contaminar o solo, as lavouras e os lençóis freáticos

RESTRINGIR O USO DE SACOLAS PLÁSTICAS TEM IMPACTO SIGNIFICATIVO NO AMBIENTE?
Sim, pois atualmente não há uso consciente nem descarte adequado desse tipo de embalagem. Embora fabricadas com material reciclável, estima-se que oito em cada dez sacolas plásticas sejam usadas como saco de lixo e, assim, tenham como destino os aterros sanitários. "Estimular o uso de embalagens duráveis é a principal vantagem dessas medidas, pois uma sociedade sustentável não pode se desenvolver com base em produtos descartáveis", diz Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Em Belo Horizonte, depois que a lei que restringe o uso das sacolas plásticas entrou em vigor, em abril deste ano, 75% dos consumidores passaram a levar ao supermercado suas próprias sacolas reutilizáveis.

Matéria publicada no Planeta Sustentável

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Metodista é convidada a participar do Projeto Rondon Resíduos

A Faculdade de Saúde da Universidade Metodista de São Paulo foi convidada a compor grupos de alunos para o desenvolvimento de ações do Projeto Rondon Resíduos, desenvolvido pelo Projeto Rondon Minas Gerais. O evento vai acontecer no início de julho, entre os dias 01 e 17, e contará com a participação de seis estudantes do curso de Biologia.

“O objetivo é reduzir consideravelmente os resíduos sólidos em cidades de Minas Gerais, por meio de oficinas de reciclagem, palestras e capacitação. Serão 40 cidades beneficiadas e, ao longo do Projeto, o total será de 200. Os seis alunos serão divididos em duplas e irão compor outros grupos de universitários”, explicou o professor Victor Bigoli.

O projeto será realizado em longo prazo, com o término previsto para 2014. “A participação da Universidade será garantida e poderemos contar com novos alunos a partir dos próximos semestres. Os que já estão, permanecerão até o fim do projeto”, afirmou o docente.

Uma das propostas é trazer o Rondon Resíduos para o estado de São Paulo. Com a participação de Instituições de Ensino Superior como a Metodista e a Faculdade de Medicina do ABC em conjunto com o Projeto Rondon São Paulo, a proposta poderá ser viabilizada para o ano de 2012.

Os integrantes da UMESP participaram de um curso de capacitação, oferecido pela PUC-MG, nos últimos dias 28 e 29 de maio, na cidade de Poços de Caldas.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sorvete é transformado em energia

Na Holanda, pesquisadores estudam a criação de um biodigestor capaz de transformar os restos da produção de sorvete em eletricidade

De algas a lixo, é possível gerar energia (limpa e renovável) das mais diferentes formas. Mas um projeto em uma fábrica em Hellendoorn, na Holanda, quer levar essa diversidade além. Uma parceria da Unilever com a empresa Paques visa à construção de um biodigestor capaz de transformar sorvete em eletricidade.

Os resíduos de leite, nata, proteínas, xaropes e pedaços de frutas que sobram da produção do doce vão para um tanque onde são misturados com 24 quatrilhões de micro-organismos naturais que "comem" os resíduos, transformando-os em biogás, uma energia verde.

A perspectiva é que o biodigestor seja totalmente operacionalizado até o fim do ano. Uma forma de poupar desperdícios e manter 40% da toda a energia da fábrica.

Matéria publicada no Planeta Sustentável

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Virada sustentável vai ter mais de 300 atrações

Os organizadores da 1ª Virada Sustentável de São Paulo, uma espécie de Virada Cultural com temas ligados ao meio ambiente e qualidade de vida, anunciaram nesta quarta-feira que o evento previsto para os dias 4 e 5 de junho terá mais de 300 atrações, em 60 locais diferentes da capital paulista. Entre eles estão sete parques, museus, estações de metrô, shoppings, cinemas, livrarias, além de outros pontos, como a Pinacoteca do Estado, o Mercado Municipal e a Estação Ciência.

No sábado, dia 4, a programação será das 8 horas até a meia-noite, e domingo, dia 5, Dia Mundial do Meio Ambiente, das 8 horas às 20 horas.

Todas as atrações serão grátis. A abertura será nos parques, entre eles o Ibirapuera, o Villa-Lobos e o da Água Branca, com sessões de meditação e ioga, a partir das 8 horas de sábado.

Ao contrário da Virada Cultural, a Virada Sustentável não vai se estender pela madrugada. Segundo os organizadores, não se trata de "balada sustentável". Foi vetado inclusive o patrocínio de empresas de bebidas alcoólicas e tabaco.

A expectativa é de que 2 milhões de pessoas participem do evento, que terá exposições, mostras de filmes, oficinas educativas, teatro infantil e palestras. Essa expectativa de público leva em conta as pessoas que devem ter contato com a Virada em locais movimentados, como o Parque Ibirapuera e algumas estações de metrô.

Uma das empresas apoiadora da Virada pretende fazer um inventário de gases causadores do efeito estufa emitidos durante a maratona, levando em conta o público, o consumo de água e energia e a utilização dos transportes. Em seguida, a empresa promete plantar de 4 mil a 6 mil árvores para neutralizar a emissão de
gás carbônico.

Entre os destaques da programação estão o circuito popular de corrida de rua no Parque Ecológico do Tietê; a instalação "Urban Trash Art", com lixo reciclado, no Museu da Imagem e do Som (MIS); uma mostra de cinema com filmes engajados, no Instituto Goethe; a exposição "Somos Terra" com jogos e peças interativas sobre a natureza, no Parque Ibirapuera; uma palestra sobre bioconstrução na Universidade de São Paulo (USP); a feira de troca de livros, CDs, roupas e brinquedos na Rua Fidalga, na Vila Madalena; além de várias peças de teatro infantil e oficinas que ensinam o cultivo de hortas, artesanato e reciclagem.

A escola de samba paulistana Leandro de Itaquera também vai aproveitar a virada para lançar seu enredo do carnaval 2012, cujo tema será o meio ambiente. A escola vai se apresentar no Parque Villa-Lobos, no domingo. A programação completa, com detalhes de horários e locais, estará disponível no site na internet www.viradasustentavel.com a partir de segunda-feira.

Na apresentação à imprensa hoje, a organização não tinha uma estimativa do custo do evento. Segundo Palhano, cerca de 10% foi bancado por empresas patrocinadoras, e a maior parte foi financiada pelas próprias organizações responsáveis pelas atrações, entre elas organizações não governamentais (ONGs) como Greenpeace, SOS Mata Atlântica, Instituto Akatu, Rede Nossa São Paulo, WWF Brasil e outras.

A Prefeitura de São Paulo e o governo estadual dão apoio institucional à Virada Sustentável, cedendo espaços públicos.

Matéria publicada no Estadão

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Satélites registram aumento de mais de 5 vezes no desmate da Amazônia

O ritmo de desmatamento na Amazônia mais que quintuplicou no bimestre março-abril (alta de 473%), em comparação com o mesmo período de 2010. Os satélites de detecção em tempo real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mais rápidos e menos precisos, registraram o corte de 593 km² de florestas, extensão equivalente a mais da terça parte da cidade de São Paulo.

Faltando três meses para o fim da coleta de dados da taxa anual de desmate, os números do Inpe sugerem interrupção na tendência de queda no abate de árvores registrada nos dois últimos anos. E foram anunciados ontem com a reação do governo: "A ordem é reduzir até julho, não queremos aumento da taxa anual do desmatamento", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

A ministra coordenará as ações de um gabinete de crise para conter o desmatamento. "Sufocar" a ação dos desmatadores foi o verbo usado ontem por Izabella e pelo ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. A reação do governo conta com mais de 500 fiscais em campo só em Mato Grosso, Estado que registrou o maior avanço das motosserras - 80% do total.

Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 37 mil hectares de terras foram embargados para a produção pelos fiscais. Isso representa mais de nove vezes a área embargada no ano anterior.

O desafio é grande. Os três últimos meses são os que tradicionalmente registram o maior volume de desmate, porque coincide com a seca na região. Nos primeiros nove meses da nova taxa anual, o desmatamento aumentou 27% em relação ao mesmo período de 2010.

Leia a reportagem na íntegra no Estadão

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Câmara de SP aprova lei que acaba com sacola plástica

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou ontem, em segunda votação, a lei que proíbe a distribuição e venda de sacolas plásticas para acondicionamento e transporte de mercadorias adquiridas em estabelecimentos da capital.

A lei, que vai à sanção do prefeito Gilberto Kassab (PSD), passa a valer a partir de 1.º de janeiro de 2012. O projeto recebeu dos vereadores 31 votos favoráveis e 5 contrários - houve 12 abstenções.

Supermercados, shoppings, lojas e afins ficam obrigados também a fixar aviso informativo, em locais visíveis ao público dentro dos estabelecimentos, com as frases: "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis."

Por sacola reutilizável, a lei define: "confeccionadas com material resistente, que suporte o acondicionamento e o transporte de produtos e mercadorias em geral."

As penalidades por descumprimento da nova lei municipal estão atreladas à Lei Federal 9.605, de 1998, que fixa sanções penais e administrativas para atividades lesivas ao meio ambiente. A legislação federal em vigor determina multas que variam de R$ 50 a R$ 50 milhões, dependendo da gravidade. A fiscalização da lei será feita pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.

Leia na integra no Estadão

terça-feira, 17 de maio de 2011

Como descartar corretamente o óleo de cozinha e evitar danos ambientais

Você fritou aquela batatinha crocante. Preparou bolinho de chuva e pastel. E fez o que com o óleo que sobrou? Muitas vezes, ele pode ser usado no preparo de outra receita, mas uma hora, é certo, terá de ser descartado. Ao invés de jogá-lo pelo ralo da pia, existem algumas formas mais sustentáveis de descarte, já que um único litro de óleo descartado de forma incorreta polui até 25 mil litros de água.

Muita coisa pode ser feita com o óleo de cozinha usado: fabricação de tintas, sabão, detergentes e biodiesel. Alguns países como Bélgica, Holanda, França, Espanha e Estados Unidos possuem até recomendações oficiais para o descarte correto de óleos e gorduras de frituras. No Brasil, só em São Paulo, o volume mensal de compra do produto é de mais de 20 milhões de litros, segundo pesquisa da Nielsen. E pouca gente faz o descarte correto.

Além do mau cheiro, o óleo:
- Prejudica o funcionamento das estações de tratamento de água, entope canos, pode romper redes de coleta e encarece o processo de tratamento;
- Quando chega a rios e oceanos, cria uma barreira que dificulta a entrada de luz e bloqueia a oxigenação da água, o que compromete o equilíbrio ambiental;
- Exige uso de produtos químicos altamente tóxicos para limpeza de encanamentos contaminados;
- Impermeabiliza solos, dificulta o escoamento da água das chuvas, contamina o lençol freático e, em decomposição, emite grande quantidade de gases tóxicos na atmosfera.

O que fazer?Se você ainda tem o hábito de jogar o óleo de cozinha pela pia, dá para ajudar a mudar essa realidade. Armazene-o em garrafas e procure postos de coleta. O Instituto Akatu tem uma lista nacional de postos de coleta de óleo usado. A ONG TREVO, especializada em coleta e reciclagem de resíduos de óleo, também disponibiliza uma lista com alguns endereços de postos de coleta.

Matéria publicada na Superinteressante

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Até 80% do consumo de água nas casas vem das descargas

Você já parou para pensar na descarga dos vasos sanitários da sua casa? Para economizar água, até esse detalhe é importante. Nem todos os tipos de descargas disponíveis no mercado oferecem padrões aceitáveis de economia.

Os números são expressivos: em um prédio comercial, por exemplo, a água consumida nas descargas representa de 50% a 70% do consumo total do edifício. Nas casas, chega a 80% o uso das descargas para remoção de dejetos líquidos.

Nos últimos anos, o mercado brasileiro tem se ajustado à norma NBR 15.097/04, da ABNT, que fixa o consumo máximo de 6 litros de água por descarga para todos os tipos e modelos. No entanto, uma descarga pode chegar a consumir até 15 litros de água, ou seja, mais do que o dobro determinado.

Se você estiver fazendo uma reforma ou construindo um novo imóvel, o ideal é dar preferência a caixas de descarga no lugar das válvulas. Existem ainda bacias sanitárias com sistema “dual” de descarga, que economizam até 40% de água em comparação ao sistema convencional, uma vez que apresentam duas opções de descarga: de 6 ou 3 litros. Outra opção conhecida e aplicada comercialmente são as descargas a vácuo, que consomem 1,5 litros de água por vez. Neste caso, porém, o gasto de energia elétrica é considerável.

O impacto é tão intenso que, em 2009, a ONG SOS Mata Atlântica criou a campanha Xixi no Banho, que estimula o hábito para poupar descargas.

Materia publicada na Superinteressante

terça-feira, 10 de maio de 2011

Pescadores vão coletar lixo plástico no mar

Certamente, você sabe que a maior parte das embalagens plásticas que jogamos no lixo vão parar no mar. Se não sabe, veja o caminho que ele faz ao ser levado pelas águas no infográfico A viagem do lixo, criado pela revista National Geographic Brasil. Toda essa poluição sobre as águas causa danos irreparáveis à vida marinha e à humanidade. No ano passado, essa mesma revista, que é parceira do Planeta Sustentável, enviou a jornalista Liana John, autora do blog Biodiversa –, em uma expedição de cientistas, realizada para analisar a presença de plásticos no Oceano Atlântico (leia a reportagem Pesquisadores fazem expedição para avaliar ilhas de lixo no Atântico).

A situação é caótica, sem dúvida, e agrava as condições dos oceanos que já sofrem com o aquecimento global e a poluição provocada por elementos tóxicos jogados no mar por navios e barcos ou pela extração de petróleo. Ao mesmo tempo, já há uma lei de preservação dos oceanos que deverá ser colocada em prática em breve, pela União Européia, e punirá os pescadores que praticarem a pesca predatória, que resulta na morte e devolução de peixes mortos aos oceanos. As estimativas apontam que 2/3 dos peixes pescados aleatoriamente são devolvidos ao mar, geralmente mortos, já que os pescadores priorizam os peixes grandes, de maior valor.

Por conta disso, a União Européia lançou um projeto inovador para resolver o problema da poluição dos oceanos por plásticos e que pode ajudar a evitar o “desemprego” dos pescadores. E é na cidade de Fiskardo, na Grécia, que ele será testado. Lá, além de pescar peixes – seguindo a nova lei, claro! -, os pescadores vão recolher dejetos plásticos que serão encaminhados para reciclagem.

Inicialmente, o projeto será patrocinado pelos países membros da UE, mas a ideia é que esse trabalho se torne, com o tempo, auto-sustentável, ou seja, que todos os pescadores envolvidos passem a vender diretamente o material recolhido para reciclagem.

Leia a matéria na íntegra na Superinteressante

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Jack Johnson Pop e Altruísmo

Mr. Nice Guy está de volta. O cara mais altruísta do pop, o único com topete para destinar 100% da renda de seus shows para fins beneficentes toca no festival Natura Nós no próximo dia 21, na Chácara do Jockey, em São Paulo. Ele grava em estúdio movido a energia solar e só toca em lugares que balanceiam todas as emissões de carbono.

Pergunte a qualquer top model qual é sua trilha sonora preferida e Jack certamente estará no top 10 - Gisele, por exemplo, o adora (conheceu quando namorava o surfista Kelly Slater, da trupe de Jack). A turnê brasuca é extensa: dia 24, ele toca em Belo Horizonte, no Mineirinho Arena; depois, vai a Brasília, dia 25, no estacionamento do Mané Garrincha; dia 27, Fortaleza, no Marina Park; dia 28, Recife, no Cabanga Iate Clube. No dia 2 de junho é a vez de Porto Alegre, no Gigantinho Arena. No dia 3, Florianópolis, no Stage Music Park e, dia 5, chega ao Rio, no HSBC Arena. Os sete shows no País serão abertos por G. Love.

Você estava em Osaka, no Japão, no momento em que o país foi atingido por um terremoto de 9 pontos na escala Richter. Como se sentiu?

Foi assustador. Nós estávamos no 29.º andar de um edifício, no hotel onde nos hospedávamos. Eu, minha mulher e meus filhos estavam comigo. Ficamos apavorados, o prédio poderia entrar em colapso, há esse risco concreto. Mais tarde ouvimos sobre o tsunami e vimos que a extensão da tragédia era ainda maior do que pensávamos, e que tínhamos sorte. Estávamos longe da região do tsunami, mas foi muito triste. As pessoas que estavam ao nosso lado, os promotores japoneses, perderam parentes. Houve até alguém da equipe que perdeu um familiar no tsunami.

Depois do acidente na usina de Fukushima, como você vê a questão de geração de energia pelas usinas nucleares?

Olha, não sou expert em lugares não seguros para a população, mas sei que qualquer usina traz riscos. É muito melhor que os países busquem formas de energia que possam ser seguras e que não deixem um problema para o futuro. O Japão, no entanto, precisa de ajuda agora, e nós todos temos de fazer o possível para minorar o sofrimento das pessoas atingidas (Jack, além de doar R$ 50 mil do próprio bolso, organizou o festival Kolua for Japan, que arrecadou US$ 1,6 milhão para as vítimas do tsunami).

Veja a intrevista completa no site do Estadão

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Movimento Limpa Brasil organiza megamutirões

Neste ano, pelo menos sete cidades brasileiras organizarão um megamutirão para tirar seu lixo das ruas, transformando catadores de resíduos em cidadãos voluntários. O Movimento Limpa Brasil faz parte de uma ação maior – Let´s do it – que já varreu as ruas de diversos países europeus e asiáticos

Atenção Brasília e Rio de Janeiro! No começo de junho, todos os seus habitantes serão convocados a participar de um movimento que pretende retirar, em apenas dois dias, toneladas de lixo jogado em suas ruas. Se você mora em Guarulhos, São Paulo, Goiânia, Campinas ou Belo Horizonte, também fique ligado porque sua cidade se mobilizará para destinar o lixo descartado de forma incorreta ainda neste ano. E outros municípios também poderão manifestar interesse em participar deste movimento.

Trata-se do Limpa Brasil - Let´s do it*, que mobiliza cidadãos, prefeituras, catadores de materiais recicláveis e cooperativas de reciclagem para dar destino correto ao que é jogado pelas ruas do país (Para saber mais, leia Movimento Limpa Brasil quer tirar o lixo das ruas). Hoje, o movimento lançou a ferramenta virtual que ajudará a fazer o mapeamento de lixo pelas cidades em que passar.

A ideia inclui, também, outra ação voluntária: o registro fotográfico ou em vídeo de acúmulos de lixo ou entulho que forem encontrados pela cidade. O material produzido deverá ser postado no site do Limpa Brasil. O usuário deverá informar, também, em valores aproximados, peso e tamanho do lixo que está na rua, para que o movimento possa organizar a logística do mutirão a ser realizado. No dia da ação, os voluntários trabalharão em seus próprios bairros e reunirão os materiais em pontos previamente definidos pela organização. Cada ponto terá, pelo menos, uma caçamba e equipe de catadores, que destinarão os resíduos recicláveis às cooperativas. Aquilo que não puder ser reaproveitado será encaminhado pela companhia de limpeza urbana de cada cidade a aterros sanitários.

Leia na íntegra no Planeta Sustentavel